V
oi o meu refúgio e o meu lugar de paz no campus, ag
uas horas da tarde. Peguei o frasco do spray na minha bolsa e, em um ato de
os óculos de proteção e organizando as lâminas de microscópio na bancada de inox. Ele é só um atleta id
o despencou quand
recia minúsculo, espremido pelo tamanho dele. Ele não estava vestindo a jaqueta do time agora. Usava apenas u
a bancada com um estrondo de desleix
de autoridade que eu conseguia fingir. - Deixa eu deixar uma coisa bem clara: aqui dentro, o seu status de realeza do c
erceptível, brincou no canto dos seus lábios enquanto ele ca
o tão grave que fez o metal da bancada parecer v
o de que a presença dele exalava uma onda de calor que já estava desestabilizando meus s
ente se inclinou sobre a bancada, colando o peito dele contra
o foi im
de iminente e folhas secas invadiu o meu oxigênio com tanta força que o meu bloqueador de odores simplesmente derreteu.
ele tensionando contra os meus ombros. Ele travou. O peito dele subiu e
, aquele rosnado abafado, rouco e puramente animal
virando-me rápido para frente, apenas para perce
nox e o corpo massivo de Lucas bloqueando qualquer rota de fuga. Ele deu um passo à frente,dele não eram mais castanhos com filetes dourados; as pupilas esta
. - Me encurralando. Usando esse... esse joguinho de
r dele desceu fixo para os meus lábios, antes de subir lentamente pela linha do meu m
andes e quentes subindo devagar pelo meu pescoço, bem em cima da minha artéria pulsante, onde o meu sangue corria a
contra a minha boca. Eu sabia que devia empurrá-lo, gritar, mas me
s milímetros que nos separavam em um beijo que eu sabia que
ac
ncipal do bloco sendo testada
um, recuperando a postura ereta e cruzando os braços com um sorriso cínico e per
peito arfando e os lábios formigando. O laboratório não era mais o meu santu
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