nga entrada de casca
eza sombria e opressora. O mordomo-chefe estava no topo da escadaria de mármore.
dos funcionários ajudá-la co
ados degraus de mármore e empurrou
cristal. Kennedy estava no centro da sala. Ela usava um vestido branco impec
ou. Seu rosto instantaneamente se a
tejava uma doçura artificial, alta o suficiente para ec
em. Ela correu para frente, abrindo os braç
transferiu seu peso e deu u
vazio. Ela recuperou o equilíbrio, seu sorriso congelando.
as pontas dos dedos tocando levemente sua própria cl
a pena. Ela olhou para a jaqueta gasta de Aubree. "O Carl deveria ter traz
se mover. Elas encararam Aubree, esperando pela reação se
perto. Ela estendeu a mã
dedos perfeitamente
nxaqueca", disse Aubree. Sua voz era baix
ra impecável se rachou. Ela mordeu o lábio inferior
Aubree com o olhar. "Senhorita Aubree, não há necessidade de tal
mente o mordomo. Ela ne
e passou por eles. Suas botas pesadas
edes para você!" Kennedy gritou atrás dela,
escuro e estreito até os fundos da casa. Empurrou a port
camada de poeira cobria o colchão nu. Os fu
é ouvir o clique. Do andar de baixo, ela podia ouvir vagamente a voz sacarina de Kennedy r
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