de forma figurada, nem uma expressão poétic
e não seja a negócios, e agora estou indo a um museu, e acabei de rasgar o número do
sa que eu fiz pa
eria algo simples. A garota passaria alguns dias, faria seus passeios, manteríamos d
s
vir ela falar sem parar. E pior, tem aquele sorriso insolente. Aquele jeito atrevido que me
ueia uma sobrancelha, cruza os braços, me ol
garota i
do passageiro para ela, não porque sou gentil
até o museu é silencioso, ou pelo menos
eu apareci na sua vida? - pergunta, olhando pela janela, d
s, segurando f
sno. - Acordo em paz, mas algum
da curta. - Jura, que não percebe que o problema est
- Mantém as pessoas longe. E
um riso
uma peç
mas porque qualquer minuto a mais dividindo espaço com ela
E sei disso. O
ela. Aquela garota me d
e deixa
deio admitir isso. Me tira tanto do eixo? Por que o sorriso dela me irrita? Por que me percebo, sem querer,
eia. Ou faz. T
raciocínio. - Nesse modo, "não fale comigo, não respi
iona? - Pergunto, de
a
comig
ue com ela n
rente ao museu, desl
i. - Digo, cu
ue eu possa dar a volta, ela já
- Comenta, mais para
sp
egocia armas, lida com gente que tem o nome risca
ro e ela me espera
de guia turístico, não? - pergunta, mor
respiro fundo e
cabar com
tos históricos. Coisas que sempre admiro à distância,
a. Corre os olhos por tudo, faz perg
ara uma estátua. - Que essa peça
os. - Que se continuar me tratando como se
ele olhar de que
ria isso. - D
arqueio uma
ê é ranzinza, mal-humorado e
tômago. Ela não faz ideia do quanto posso ser cruel. Mas neste
e aquilo é a coisa mais próxima de
aminha para outra ala do museu, rindo de algo qu
sorrindo. Fraco, d
. O que é e
sentir irritado, agora
nça minha mente, minha lógica, minha dis
? - a voz dela
sc
ue não
s castanhos esverdead
ranho, nunca achei que você tivesse uma expressão
os b
va, você continua
ito, fingindo dor. - Você
, inclinando ligeiramente o
e me chama
lábio, segur
? Vai faz
ximo ai
ão quer
do, o mundo
sentir o cheiro do perfume, notar a forma como os lábios se entreab
a o momento do jeito
andando para trás. - D
o, respiro fundo, tentando apagar da ment
terminar es
o suficiente pra eu decorar todas as malditas
ecol no pescoço. - A gente volta? Ou va
lhos, destr
ue eu repense e te la
rro e joga a mochil
ocativo. Ela parece distraída olhando a cidade, e eu tento,
pessoas no mundo, justo
o irritado, eu não qu
ta. Ainda. Mas p
a qualquer em sua língua natal, mexe no celular, sorri de algo que vê. Eu, focado na estravisível, se aproximando rápido demais. Olho discretamente para o lado
Rosno, apert
vanta o rosto, pe
soar mais frio do que realmente
os olhos, o
po "estamos s
o o botão de emergência. - Zeleniy-3, posicionamento i
mente com vozes masculina
culos na retaguarda, mais um
dam. -
rugindo, cortando as ruas de Moscou. Saímo
banco com tanta força qu
erto. - A voz dela é uma mi
o manter a calma. - Abaixa, Eva,
de filme, Maxim! Isso não é normal! Sou turista,
ungo, puxando uma das pistolas d
primeiro, um SUV preto, bate na nos
gr
ta m
ante, desviando, jogando o carro para u
taguarda, chefe! M
os parecem trinta anos quando
e estabilidade. Tento controlar, mas eles jogam f
de mão e tentando alinhar. Mais um
o desa
a direção, batendo no canto diantei. E então
ra uma mistura de metal, vidro, gritos e barulho
e, o braço direito dói - talvez deslocado. Há cheiro
v
stinto
rosto, piscando para
sesperada, mas viva. - Você e
o cinto e cai, gemendo de dor, ma
o está preso! - ela puxa com f
eto amassado do carro, mas meu pé fica preso. Gemo. Meus braç
janela estilhaçada. Mas ela, com esse tamanho todo que não tem, jamais
.. passos. Muitos passos. Levanto
reconhecendo os homens que
meu rival na bratva. F
mas antes que consi
- Eva grita, me e
, quebram vidros, zumbem tão perto qu
as ela não está comigo
meu choque absoluto, ela já está agachada, enfiando o cor
rga isso.
a não
o sangue. Verifica o pente, empunha e, em um
. - O homem
tiro limpo na testa. O
ha voz falha
aixa, faz recarga tática, sobe
PAF
peito. O terceiro explode o joelho
consigo formar frases. Entã
doras ecoa na rua. Carros blindados avançam, bloqueiam as vias
plosões. Vidros quebr
de sangue e fuligem, os cabelos soltos,
não tem como eu sair. E o tom dela... Deu
corpo, dispara, acerta no omb
grita um dos ca
U
s. Eva se joga sobre mim, protegen
a tão perto que sinto as
balas vira tempestade. Vários dos inimigos caem, outros re
ados. Outro carro surge, com
a, ABAIXA! - gr
servia de abrigo é destruído em segundos. Pedaldre, sem perguntar, sem pesta
ralhadora se expõ
que ela
A
. Certo. Prec
a da metralhado
ela. Não
iabos é você? -
fundo e tremendo, mas
depois a gen
viventes fogem. O silêncio toma conta, quebrado apenas pelo es
e até nós. Junta-se a outros para retirar m
e, tá
gemendo
? Mais ou
Eva, depois
matou três sozinh
nha arma. As mãos trêmulas agora,
bi. - Resp
ofegante, olh
itar. - Diz, antes de se virar e corr
ão no rosto e olhando
não é uma ga
u estou comple
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