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Meu ídolo de futebol se apaixonou por mim

Meu ídolo de futebol se apaixonou por mim

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Capítulo 1 O dia em que tudo mudou

Palavras: 2089    |    Lançado em: 01/06/2026

torcida fazia

adas. Milhares de pessoas vestiam as mesmas cores, cantavam os mesmos cânticos e compartilhavam a

ível não s

le lugar. O concreto pulsava. As vozes se fundiam em algo maior do que qualque

televisão ao lado do pai, decorando escalações, comemorando gols e chorando derrotas como se

nunca

romessa

na mal acreditou quando seu nome foi sorteado. Releu o e-mail quatro vezes. Perguntou para a coordenadora se havia algu

ali es

eira de um dos

o, conseguia ouvir os gritos dos preparadores físicos,

igual uma criança no

em tento

o é praticam

ca em relação a quase tudo - inclusive futebol. Tinha aceitado o convite porque

er vendido e

mais uma vez, eu te e

iol

ecida

aíram na

, porque era esse tipo de lugar. Estranhos compartilhavam piadas, abraços, xingamentos. O estád

anunciou a entr

dio ex

ganta, na pele. As luzes refletiam sobre o gramado impecável, um verde quase irreal sob aquela iluminação artificial. As bandeiras agitava

s surgiram

o ela

s An

misa

lo na

todos os dias. O rosto que Helena tinha visto tantas vezes em telas que às vezes esquecia que

ia ainda mais

ia algo na maneira como ele se movia - mesmo naquele caminho simples do túnel até o centro do campo -

fia

sua expressão qu

rrisos largos, Lucas mantinha um semblante fechado, quase sério. Não era arrogância. Helena conhecia arrogâ

era

utra

visível. De alguém que entrou naquele campo com

favorito - p

la a

ala dele

o do fut

ol* - Camila fez a

or Deus,

, satisfeita

a ign

menos

nsinuava - não daquele jeito superficial de quem coleciona fotos e acompanha redes

seu jogador favori

ogava co

ra as câmeras. Com paixão de verdade. A raiva quando perdia uma chance. O cansaço nos últimos minuto

da parecia

cia significa

o era

o do que

interrompeu se

o com

e sempre antecedia o acerto do ritmo. Faltas rápidas interrompiam o fluxo. A bola mudava de lado repetidamente. O

anhava tudo

mpre criando opções para os companheiros mesmo quando não era acionado. Era esse o aspect

sete minutos do prime

um passe na

ovimento de quadril tão preciso

an

s segundos - apenas dois, mas ele s

um sem reduzi

iu a

hut

canto direito, baixo, rente à trave, num ângulo que o goleiro

e bal

inteiro

braçando a senhora à sua esquerda sem nem perceber. Abraçand

até ficar

OOO

o equilíbrio, segurando o corrimã

completame

se a intensidade das palavras pudesse co

reu em direção à ar

os b

a cabeça

orr

s - não o sorriso de comemoração ensaiado, não o gesto para o público. Era algo mais íntimo.

equipe chegaram cor

zia e Lucas erguia os olhos para a arquibancada, Helena teve a

deu um sal

eceu tão rápido

que não

tempo. Ela era apenas mais uma. Uma professora de trinta e dois anos que tinha chegado ali por sorte - literalmente, por sorteio -

empo foi ai

desafiar alguma lei da física. A torcida cantou ininterruptamente. Camila - a cética, a prática, a que tinh

permaneceram nas arquibancadas comemorando. Não

o queria

ai

e que está vivendo um momento que vai querer lembrar. Não porque foi extraordinário para o mundo

- pergunt

cinco m

e isso há d

mais cinco

u os olhos dr

fi

ão precisava ser torcedora para entender q

gol. Em como teria reconhecido cada jogada antes de acontecer, em como teria discutido a escalação com a senhora à e

cou co

nhavam em direção às saídas num fluxo lento, barulhento, caótico - o tipo de confusão que se

uma péssima ideia esp

reclama

guém precis

o. O mundo funcionaria m

uma cotovel

bia que ia colocá-lo num lugar especial em casa - não pendurado numa parede como troféu

percebeu a

restritas, havia uma agitação fora do comum. Seguranças se deslocando rápido. Funcio

teceu? - per

la se esticou tentando

o num rádio. Havia algo na urgência dos movimentos - não o pânico de uma emergência, mas a

orcedor passando m

não tinha e

ição das pessoas. O direcionamento dos seguranças. A maneira como alguns funci

a, puxando-a pelo braço em dir

a foi

ou de olhar

ngulo - mas a sensação permanecia. Aquela certeza difusa, sem base ra

ila lá fora, quando o ar fresco

- Hele

sta

impressão de que a noite

ão conseguia nomear - uma pergunta sem forma, uma história cujo pr

carros com bandeiras. A vitória derramando pa

o cachecol em v

ao lado

em poucas horas, seu telefone to

deia de que

ro lado seria a últim

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Meu ídolo de futebol se apaixonou por mim
Meu ídolo de futebol se apaixonou por mim
“Helena Martins sempre acreditou que jogadores de futebol viviam em um universo distante demais para pessoas comuns. Por isso, quando um encontro inesperado a coloca frente a frente com Lucas Andrade, o maior ídolo do futebol brasileiro, ela faz exatamente o que ninguém espera: trata o astro como uma pessoa normal. É justamente isso que chama a atenção dele. Entre entrevistas, partidas decisivas, torcidas apaixonadas e a perseguição constante da imprensa, os dois iniciam uma amizade improvável que logo se transforma em algo muito mais perigoso. Mas amar um homem conhecido por milhões significa abrir mão da própria privacidade. E Helena precisará decidir se o coração vale o preço da exposição.”