e não, ele estendeu a mã
igo, vou
ada, ela se aproximou mancando, aceitou a ajuda, estava se sentindo indisposta, ele a olhou reparando na aparência simpló
carregar,
mando para pe
estar c
ou te m
ximidade, mesmo que ingênua, sem ter a noção de que um
ara todos os lados curiosa, quando avistou a fazenda dele, manteve os olhos colados na casa, era gra
se aproximarem da casa, ele disse que ia
momento, ficou nitidamente entretida reparando na casa, quando entraram na sala,
tícias sobre acidentes, Cayenne até deu alguns passos, para mais perto da televisão, adorou
urpresa, reparando na simplicidade
ina. Vamo
achuco
u olhando, fa
i te ajudar.
ra notar que era uma funcionária, também era neggra, mas de pele bem mais clara, do que a de Cayenne. Foram para um
is nóis passa um remédio ne
do, até com banheira, ao se ver no espelho, teve vergonha de si
menina, tir
avar pr
s, na frente dela, teve que abrir
banho, sozin
iu, respond
num sou dona de
m frango, refogar uma verd
á com
a de f
rte, porque pessoas muito boas, estavam lhe ajudando. Trancou a porta do banheiro, entrou no chuv
só se lavou com água, teve medo de mexe
, ele não achou possível, que ela morasse ao lado, porque nenhum vizinho a trataria daq
beirada da cama, esperando. Glória fez o curativo, colocou uma faixa protegendo o ferimento, perguntou como quem não queria nada, de onde ela estava
deixar e ficar a vontade, quando chegaram na cozinha, Fabrizio estava sentado à mesa, comendo uma prat
coxa de frango, Cayenne não sabia comer de garfo e faca, assim que foi tentar cortar a carne, derrubou comida na m
em, perdão.
iu simpático, foi pegando a coxa dele, do f
nte é enche
mer, como
osto d
cebeu que Cayenne estava observando o
? Tem alguma coisa
hou, falou d
nunca comi a cox
osto di
u ficando até nervoso, a
A carne é mais sabor
rte, você
oxa curiosa, resp
ço, pé,
erar com alho,
a comer um pouco rápido demais, era nítido que não tinha bo
osta de
a comida
orado a coxa, respon
de fazer o
vez mais preocupado
, o que cozinhav
nde vo
éria, falou
vezes
o sei,
comer, foi saindo da mesa, dizendo que ia a cidade, resolver algumas coisas, s
o seu
er mesmo, ir
, foi instruído a saber a idade e nome dela, Cayenne fic
A dona Glória j
Não precisa
gando o
ora. Estão m
as pressas, falou
suas coisas pra lavar, passar e
nha, Fabrizio ficou
os, fique aqui hoje,
a seu prato, p
ele se afastando, com o celular tocand
desaparecida com es
im, acho po
até a delegacia, pra
sespero bateu, sem saber o que iria acontece
vando tudo, disse que preferia, ela mesma lavar suas roupas, Glória a deixou na lavanderia,
do de volta para casa, pelo mesmo trajeto que havia feito, quando chegou, o carro diferente não estav
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