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Casamento de contrato com Dono de Fazenda

Capítulo 5 Segredos de Pedra e Gelo

Palavras: 1350    |    Lançado em: 08/06/2026

tei-me à mesa grande, no lado oposto a ele, e segurei o garfo com tanta força que meus dedos ficaram brancos. Dona Marisa circulava pelo salão como uma sombra discreta, servindo cada prato c

arecia ter crescido até ficar quase visível no ar. Ele tinha me deixado claro que ali quem mandava era ele, que as regras eram dele, que a estrutura da fazenda vinha acima de

, na cozinha simples onde minha mãe cozinhava, onde o riso ecoava, onde tudo tinha cheiro de família. Aq

olhos do prato, com a voz calma, grave, c

terminaram o

garfo no a

trab

havia neles. Algo que não era dureza, nem raiva, nem indiferença. Algo ma

re, as paredes rebocadas, o chão arrumado. Os jardins ao redor, as árvores que o seu pai planto

. Não esperava que ele tivesse feito qualquer coisa que não fosse aumentar o seu próprio império, que ele tivesse gastado tempo

meu pai, as roseiras que minha mãe plantara e que estavam quase secas por falta de quem cuidasse. Eu tinha saído de lá com o coraçã

alhe como era, tinha preservado o legado da minha fam

o dia em que ele apareceu com a proposta do casamento, tudo isso ficou em segundo plano. Senti os olhos se encherem de l

ão precisava fazer isso. Agora é tudo seu, de certa forma. Poder

ão já tinha mudado. O brilho diferente tinha desaparecido, substituído

edade. Se eu quero manter tudo o que eu unifiquei forte e respeitado, eu mantenho o que tem impor

ram sobre mim como u

próprios interesses. Não tinha sido carinho, não tinha sido respeito por mim, não tinha sido um gesto de bondade. Tinha sido

mais forte do que antes. Como eu poderia ter pensado, por um segundo que fosse, que ele tinha feito aquilo por mim? Como eu

ndo fundo para controlar a raiva e a d

. - Mais uma decisão sábia para o seu patrimônio. Não

um presente que mexeu com tudo o que eu sentia, só para depois me lembrar exatamente quem ele era: o homem que tinha com

e era sagrado para mim, que aquilo significava o mundo. Por outro lado, eu queria gritar, queria dizer que ele não tinha o direito

coisas que me deixariam sem ar, coisas que me fariam questionar tudo o que eu pensava sobre ele, e logo em seguida i

o jantar acabasse, sem pedir

inei - fa

uvir uma única palavra dele me pedindo para f

va gigante, imponente, cheia de regras e de ordens. E aqui dentro, eu continuava a mesma: Helena Albuquerque, que tinha salvo a sua terra, mas que agora tinha

smo tempo tão distante. Sabia que agora a casa estava de pé, conservada,

gundo, Otávio Barreto tinha conseguido fazer o meu cor

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Casamento de contrato com Dono de Fazenda
Casamento de contrato com Dono de Fazenda
“Eles tinham tudo para se destruir... até que um contrato os amarrou ao mesmo destino. Helena Albuquerque é a definição da bruta de coração mole. Criada na lida da roça, ela sabe manejar o gado e enfrentar qualquer peão, mas usa essa armadura para esconder as dores de um luto recente. Quando seu pai morre repentinamente, Helena se vê diante do maior pesadelo de sua vida: a fazenda da família está atolada em uma dívida milionária e prestes a ir a leilão. Otávio Barreto é o impiedoso herdeiro da estância vizinha. Um fazendeiro raiz, de poucas palavras, olhar intimidador e mãos calejadas, que comanda suas terras com punho de ferro. Ele tem o poder de salvar o legado dos Albuquerque, mas não fará isso de graça. Otávio tem uma condição inegociável para quitar a dívida: ele quer Helena como sua esposa. Para Helena, a proposta é uma humilhação inaceitável, um ato de pura ganância para unificar as terras da região. Mas, sem saída, ela aceita o sacrifício. Ela entra na igreja jurando odiá-lo por cada dia de suas vidas, prometendo que ele comprou apenas o seu sobrenome, mas nunca o seu respeito. O que ela não imagina é que, por trás da marra desse cowboy implacável, existe um segredo guardado a sete chaves: Otávio a deseja em silêncio há anos, e o casamento forçado foi a única saída desesperada que ele encontrou para protegê-la de uma ameaça ainda maior. Agora, trancados sob o mesmo teto, duas forças da natureza vão colidir. Entre brigas explosivas no curral, provocações à luz de lampião e uma tensão sexual impossível de conter, eles vão descobrir que o orgulho pode até ditar as regras... mas a paixão bruta é quem manda nesse chão.”