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AMOR PROIBIDO COM MEU MEIO-IRMÃO

Capítulo 3 Sussurros na Escuridão

Palavras: 2081    |    Lançado em: 08/06/2026

iva de

redor um pouco depois, deixando-me s

meu quarto antes que ele pudesse

a minha caixa torácica em um ritmo selvagem que, de certa forma, combinava com o latejar

istentes, como se ele fosse don

ra, prendendo-se ao meu redor co

sujas e possessivas, fazendo minha calcinh

corpo ansiava por mais daquela dominância sombria, mesmo com

, com aquelas sombras nos olhos que sugeriam segredos capazes

e estava trancada. Damien parecia o tipo de cara que poderia e

u fosse a

sombrios e distorcidos de seu olhar ci

ndo dentro de mim enquanto eu gritav

a perseguir o fantasma dele. Minha cabeça se curvou para trás, a

por uma hora ou duas, finalmente descansa

ele na mi

me chamando

a foi exatamente assim,

amos naquela mansão. Ele se incl

Estava me provocando até que eu não

ia? Prov

feira cheg

lmente pelas cortinas, arrancou-m

tapa, especialmente com toda aquela b

inha saia xadrez e blusa b

ha pele sensível, lembrando-me facilmente de suas m

entre a cozinha e a sala de jantar

ntecido se a mamãe não tivesse começado a

vez para

, Elara", sussurrei

café para Victor, que examinava o tablet e latia ordens ao

ra-a camisa social justa abraçando seus ombros largos, a gravata com o nó

e sabedores. Aquele olhar cinzento traço

biu para o

pegando uma caneca e

orriu r

esolver umas coisas. O Damien se ofereceu para te deixar na

na mesa. Fiquei gra

eu posso ir

s foi Victor quem se anteci

s. "Ele está indo para o centro de qualquer

ei a c

incomodar

virou pa

dar, filho? Deixar

mesmo antes que seus lábi

ncômodo

z era

meu tornozelo-uma provocação deliberada, env

am ligeiramente, aquela polid

borrão enquanto eu mexia na t

o carro, me prender contra o

oso-a dominância dele chamando aquela luxú

não, mesmo com meus mamilos

ando na entrada da garagem. Deslizei para o banco do

xposta por alguns instantes. Ele deu

ão no silêncio pesado que

ciarias e pecado, a mesma fragrância daquela noite

finalmente, com os olhos na estrada. "Me empur

queimando. "Cale a boc

sombri

s dedos em minutos. Imagine o que

ar era distorc

ria me desmanchado se a ma

i em

é do

frente. O trajeto parecia interminável. Ele virou uma esquina fe

pânico subindo no meu peito q

coxa firmemente, desliz

m", ele sussurrou pouco antes de seus dedos e

emeu

. Pelo menos o seu corpo é h

ulso dele para pará-lo.

avés do tecido em uma tortura lenta. O pr

alguém

rriu d

é o ba

e um dedo entrou de leve, provocando

a cabeça como uma guerra mu

smente me reduzindo a esse estado ofe

o odiando a mim mesma. "Mais forte", su

ndamente dentro de mim. Seu polegar se movia

pelo toque do seu mei

ra trás, a boca reivindicando a minha em um beijo brutal-

se tensionando rápido com

stava esqu

mente era a dominância dele e o ris

s se conc

nstantaneamente. Ele recuou, seus dedos deslizando pa

amente, lambendo os dedos. "Pense em mi

o caminho sem pronunc

m

peçando com as pernas tr

nas l

ele

s, porque como ele esperava que

ompus-me e corri para dentro bem no moment

tica, história. Tudo era um b

té a borda com lembranças de seus d

nquanto eu me desligava e fantasiava a

quei e era de um número desconhecido: "Mal p

taneamente, porque como e

ionada

goso

a? Os sussurros de Victo

mien des

estava e

efas?", uma das min

ei a c

isso." Ela assentiu.

lega de classe, Jake, flertand

e?" A resposta dele foi rápi

arefa. Eu simplesmente faria

es; a educação física me dei

cabou

te cheguei em casa. Mamãe estava na rua re

ava na entrada-cedo d

não tive sucesso, porque ele me esper

equena devassa", disse ele c

gel

sperando

rancelhas

você

distraiu com o meu

har e ele simplesmente o

, batendo o pé com r

a o meu telefone, que ainda v

te tive primeiro?" Ele ergueu a cabe

ntra o balcão, o cor

minha

aia novamente, os dedos me encon

orpo se

o-me cruelmente. Arfei, cravando as unhas

da mamãe estalando. Ele deu um passo pa

amos mai

meu ser que arfava. Fui deixada ali, privad

ntrei de fininho no quarto dele

não es

tavam ligeiramente abert

corroeu quando te

i a p

estava escrito em le

ra o caderno aberto be

e "vantagem contra Victor". Estavam l

ra fora do quarto, dir

ndo forte quando me enc

e me causou uma parada cardíaca. Era

e na casa da piscina o

aconteceu com uma antecipação

ão s

rria em dire

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AMOR PROIBIDO COM MEU MEIO-IRMÃO
AMOR PROIBIDO COM MEU MEIO-IRMÃO
“A Elara Voss pensou que uma noite selvagem em um lounge a libertaria de sua nova vida monótona depois que sua mãe se casou com o rico Victor Blackwood. Ela entregou seu corpo virgem e estreito a um desconhecido atraente de olhos cinzentos que prometiam pecado. O membro grosso dele a esticou até ela implorar por mais, sua primeira vez crua e cheia de um desejo sombrio. Ele a deixou dolorida e sorridente, sussurrando que nunca mais se encontrariam. Mas o destino deu uma reviravolta cruel quando ele entrou pela porta como seu novo meio-irmão, Damien Blackwood, o jovem CEO que assumiria a empresa da família. O choque a atingiu como um tapa, o toque dele agora proibido, mas desejado. Ele a encurralou, os dedos provocando seu clitóris enquanto rosnava reivindicando sua inocência. Enquanto a luxúria ardia intensamente, segredos vieram à tona: Damien buscava vingança contra Victor por mágoas antigas, ligadas a negócios obscuros e perigo. Elara caiu profundamente em seu domínio possessivo, entregando-se completamente às suas investidas intensas, mas a traição espreitava. Ameaças do sindicato se aproximaram, trazendo armas e provas que poderiam arruinar a todos. Neste romance sombrio, Elara deve escolher entre a família e o meio-irmão que possui sua alma e seu corpo carente. Será que esse amor intenso sobreviverá à tempestade ou se despedaçará em sangue e prazer?”