estava silen
eção do mordomo, errando as mãos estendidas do homem por uns trinta centímetros. Ele não se deu ao trabalho de pedir desculpas
ados metálicos, os que ele havia pegado da festa pós-event
voz leve. "O papai chegou.
tava fechada. Incomum. Cece sempre a deixava aberta,
purrou p
vesseiros afofados. O equipamento médico - o tanque de oxigênio, o oxíme
esceram, roçando em seu ombro. Ele se vi
lusa amassada e calças escuras. Suas mãos estavam juntas no colo, os dedos entr
eus olhos estavam vazios, vítreos,
manter o tom casual, mas um fio de inquietaçã
se ele fosse um estranho que tive
tá morta",
raram no ar, af
a mão, flutuou em direção a uma mesa de canto e bateu em um abajur deo
io. Derick se encolheu. Os balõe
guntou, sua voz baixando par
Sua voz era monótona, desprovid
Absurdas. Aquilo era Elinor jogando um de seus joguinhos,
s de novo? Assim como fez cinco anos atrás no evento de arrecadação de fundos? Você faz q
riso tocou seus lábios, uma coisa terrível e vazia. "E
largas e agarrou Elinor pelos ombros, seus dedos cravan
ntio, Elinor. Até para você. Onde ela est
itou. Apenas deixou que ele a segur
ão, procurando desajeitadamente pelo celula
disse Elinor. "
arou, o celular esqueci
rgueu o medalhão. Ele balançou em su
ncredulidade o inundou. Isso era ir longe demais. Mesm
z tremendo de raiva. "Está usando-a para
de Derick tocou. A tela se iluminou com uma fo
xpressão de Elinor não mudou. Ela apenas ficou senta
u a chamad
to por incomodá-lo, mas a Kiana está com uma febre terrível
tada no sofá. A escolha foi instantânea. A realidade de uma cr
oentia", disse Derick, enfiando o celul
s e caminhou a passos la
viados para o seu escritório",
ou. Abriu a porta com um puxão e a bateu atrás
antes. A dormência que a protegia se partiu, e a dor a atingiu como u
ortarem sua palma. Ela não iria desmoronar. Nãos tremiam enquanto digitava na barra de pesquis
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