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Seis Meses Para Odiar Você

Capítulo 5 Regras pra não se matar

Palavras: 875    |    Lançado em: 17/06/2026

e entrou pel

está

Ele deu de ombros. - A

scolado. É a minha casa. O único lugar no mundo onde eu não sou ElaraMartin

s olhos cor de me

u s

ue você quer

deu um passo na minha direção. Eu recuei. Ele parou. - Lá é o meu território. A minha energia, como você disse. Vo

uase

as

Vi a lógica. Vi até uma gentileza forç

u lembre

vezes que ele me humilhou com silêncios. De todas as vezes que a

foi firme. - Você

lar

r ecoava lá embaixo. - Esse é o meu lugar de paz. Eu não vou compartilhar ele com você.

sa naquele rosto. Raiva? Foi a primeira coisa que proc

.. ren

or mim e parou no corredor

Is

com

i a t

egr

ção. A luz do corredor pegava em cheio na mandíbula forte, nos olhos sérios

. Odiei que ele

a e uma caneta preta. Ele voltou também. Sentamos na mesa pequen

rou o bloco na direção

gou a

iro: se

Ób

era firme, inclinada para

dos na cobertura sem a

sem contar para a família que a ge

u os olho

ui a festa

ente a fest

devagar dessa ve

to: se

brancelha

O

Eu fico no principal. Você escolhe um dos outros. Não se entra no quarto do outro sem b

a se mexer no meu peito. Uma memória desenterrad

ign

aí: sem cama ju

um pouco mais trêmula dessa

uin

ssos dedos se tocaram por um segundo. Puxei rápido como se tiv

A JUNTOS OUTRA VEZ.

bloco de vo

ssi

xeu. Não era um sorriso. Era... alg

impossíve

bo. - cruzei os

assi

inei e

o novo es

e se levantou. Foi até a po

da manhã. Eu

mandar carro.

emais, Elara. Isso v

o só está me

sa

ta fe

ria, ouvindo o barulho do elevador leva

tas estava em

rra ne

na sala vazia, enqua

a engr

esesp

era a única coisa que

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Seis Meses Para Odiar Você
Seis Meses Para Odiar Você
“Um contrato de três anos. Uma cláusula esquecida. Seis meses para odiar - ou para se apaixonar de vez. Elara só quer uma coisa: o divórcio. Depois de três anos de um casamento frio, assinado por contrato para salvar a vida do pai, ela está pronta para se livrar do marido bilionário e recomeçar. Ian Martinelli, o homem de gelo que divide a cama com ela sem nunca compartilhar a vida, finalmente vai assinar os papéis. Mas o destino - ou uma cláusula esquecida na página 47 - tem outros planos. Na véspera do divórcio, um advogado revela a existência da Cláusula 14: mais seis meses de coabitação forçada, morando juntos, fingindo para a sociedade que são um casal apaixonado. Agora, Pamela e Lucas terão que dividir o mesmo teto, as mesmas regras e a mesma cama - tudo sob os holofotes da imprensa e o olhar atento da família. Entre brigas explosivas, pequenas guerras e jantares de gala, a linha tênue entre o ódio e o desejo começa a se apagar. Quando o perigo real bater à porta, eles precisarão decidir: o contrato era só um acordo de negócios ou o início de uma história que ainda precisa ser construída?”