as o meu jogo é aqui. Lá fora, as regras
voz calma agora faz sentido; não era um desprezo vazio, era uma negociação de território. O fato dela querer continua
não quer ser levada
endia demonstrar tão cedo. Dou um passo para trás, apenas o suficiente para quebrar a ja
la, parando na sua boca ainda inchada. "Gosta de saber que, a qualquer momento, alguém pode puxar aquela cortin
s que ela desalinhou, e volto a me inclinar,
desenhar meus lábios. "Este lugar tem salas que fariam esse camarote parecer um jardim de infância, m
Meus dedos ficam a centímetros da sua pele, ofe
vai mudar o fato de que eu pretendo terminar o que comecei. Na verdade, só vai me dar mais tempo para
ham com uma pro
re? Porque eu garanto que a minha paciência para negociações
aceitou minha mão apenas para manter o contato, para sustentar o jogo. A forma como ela se levanta, com
ia, sinto uma pontada de possessividade que beira o irracional. Eu queria que ela ficasse
o." Ela diz, e o som da sua voz, agora recuperada,
tindo o perfume do seu desejo ainda impregnado no ar. Minha mão se apoia na base das su
essamos o corredor superior. "Mas o 'excepcional' pra mim é apenas o ponto de partida. Se você ach
sto seco com a cabeça e ele imediatamente se afasta, abrindo caminho para uma escadaria de se
om essa sua falta de calcinha do que um sofá de couro" digo,
uminada apenas por luzes vermelhas profundas, com paredes de pedra exposta, uma única poltrona e umom um olhar fixo no dela. "Vamos ver se essa sua calma se mantém quando eu
or nos seus olhos. O modo como ela entrou, sem hesitar, sem se intimidar com o som da porta de metal se f
sobre uma bancada de mármore lateral sem desviar o olhar do dela. Fico apenas de
de é que eu não me importo de perder a guerra se a batalha for boa...
não
e pedra. "Você fala como se fosse dona do tabuleiro. Mas quem hierarquia esse espaço aqui? Eu. Quem decide o ritmo? Ee emana do corpo dela, o mesmo calor que eu senti nos meus dedos há poucos min
sou um soldado em busca de diversão. Eu sou o estrategista que garante que, no final da noite,
e. "Você diz que não se importa de perder. Ótimo. Porque eu pretendo te fazer perder tudo. Sua calma, sua pose, e essa sua ideia de qu
bios roçarem a orelha dela,
ito de 'bom' é algo que a sua imag
o meu de forma brusca, querendo que ela sinta a rigidez do meu desejo
carando com esse orgulho ferido ou vai admitir que essa sua 'batalha' está pre
nda não sei, mas que e
como ela diz isso, de maneira lânguida, quase sussurrada, é o combustível final da minha paciência. Ela está me
da. Você é voraz. E voracidade em doses erradas... é o começo de um vício do qual nem eu vou consegui
or dela com força suficiente para revelar a umidade e o calor da sua boca. Meus olhos, agora escuro
vou garantir que cada segundo dessa es
e não admite protestos, enquanto a outra mão desce pela sua coluna com uma firmeza que a puxa para mais perto de mim. O
urro rente aos lábios dela, antes de tomar a sua boca novame
a as suas costas e o calor febril que emana dela. Minha perna se encaixa entre as dela,
"Eu vou te dar uma necessidade. Vou fazer você desejar que eu não pare nunca mais, até que esse seu
ntindo o traço de pelos e a umidade que prova que e
o se importa, ou o seu corpo já está pronto para admitir que e
expectativas estão altíssimas." Eu fecho os olhos inv
iza a última barreira da minha civilidade. Não há deboche no tom dela agora, apen
o, quando as expectativas são alta
com nada que não seja o topo. Se suas expectativas estão altas, morena, prepare-se para o choque
Glos
chämt. - Q
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