trando pela janela. Bocejou, espreguiçou-se e fi
Nova York
adeira ainda vazia, mas ela tinha comprado pão e manteiga na n
quadros, organizou os livros na estante, coloco
bairro. Pegou a bolsa, col
urantes, pessoas correndo. O barulho constante de carro
u algumas coisas no mercado ovos, leite, frutas, le
u a porta do elevador se abrir no corredor.
o vizinho
trada e espiou pelo olho mágic
Hu
la, sentou no sofá e pegou o celular. Assistiu a um episódio de uma série de romanc
era quase meia-noite. Lara boce
uando
r, vai d
con
varanda. Da v
aberta. Não tinha visto antes, mas agora percebeu que as varandas eram separ
ão... - sus
assim,
mendo. E uma voz m
ralizada. O s
. Se a cortina estivesse
a NÃO i
ozes con
as mãos ao rosto. - Meu
rtina da sala. Mas as vozes
vidos, mas ainda
amor, m
rto. Fechou a porta.
inha janela para
ara fechou a janela
tre os dois cômodos. Não importava
nterrou o rosto no trave
izinho
ons. Gemidos, respirações, palavras suj
com o rosto vermelho, os olhos arregalados e uma
gante -, amanhã eu vou achar esse v
ta que ela nem sabia c
. Tinha dormido mal, os sons da noi
celular
via ter ido ao mercad
e uma blusa branca simples. Prendeu o cabelo num coque e
echou a porta, e foi e
evador estava
ara correu, e
parou.
estav
izi
tanhos escuros bagunçados, olhos negros. Ele usava uma camisa social branca, mangas dob
elevador. El
em silêncio, olhan
rou dos sons da noite ante
isse, tentand
penas ficou parado, como
ma pessoa educada. Sempre cumprimentava os outr
dor desceu
o homem saiu primeiro. Ando
da no elevador
mal-educad
oite anterior voltaram à mente. E
o elevador. - Você não vai pensar nisso, Lara.
em direçã
tinha desapar
spirou
quela indiferença e
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