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Meu Vizinho

Capítulo 2 Sem educação

Palavras: 885    |    Lançado em: 24/06/2026

trando pela janela. Bocejou, espreguiçou-se e fi

Nova York

adeira ainda vazia, mas ela tinha comprado pão e manteiga na n

quadros, organizou os livros na estante, coloco

bairro. Pegou a bolsa, col

urantes, pessoas correndo. O barulho constante de carro

u algumas coisas no mercado ovos, leite, frutas, le

u a porta do elevador se abrir no corredor.

o vizinho

trada e espiou pelo olho mágic

Hu

la, sentou no sofá e pegou o celular. Assistiu a um episódio de uma série de romanc

era quase meia-noite. Lara boce

uando

r, vai d

con

varanda. Da v

aberta. Não tinha visto antes, mas agora percebeu que as varandas eram separ

ão... - sus

assim,

mendo. E uma voz m

ralizada. O s

. Se a cortina estivesse

a NÃO i

ozes con

as mãos ao rosto. - Meu

rtina da sala. Mas as vozes

vidos, mas ainda

amor, m

rto. Fechou a porta.

inha janela para

ara fechou a janela

tre os dois cômodos. Não importava

nterrou o rosto no trave

izinho

ons. Gemidos, respirações, palavras suj

com o rosto vermelho, os olhos arregalados e uma

gante -, amanhã eu vou achar esse v

ta que ela nem sabia c

. Tinha dormido mal, os sons da noi

celular

via ter ido ao mercad

e uma blusa branca simples. Prendeu o cabelo num coque e

echou a porta, e foi e

evador estava

ara correu, e

parou.

estav

izi

tanhos escuros bagunçados, olhos negros. Ele usava uma camisa social branca, mangas dob

elevador. El

em silêncio, olhan

rou dos sons da noite ante

isse, tentand

penas ficou parado, como

ma pessoa educada. Sempre cumprimentava os outr

dor desceu

o homem saiu primeiro. Ando

da no elevador

mal-educad

oite anterior voltaram à mente. E

o elevador. - Você não vai pensar nisso, Lara.

em direçã

tinha desapar

spirou

quela indiferença e

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Meu Vizinho
Meu Vizinho
“Lara Mendes, 21 anos, acreditava que mudar de apartamento seria o começo de uma fase tranquila da sua vida. Mas tudo muda quando conhece o seu vizinho do lado um homem que parece ter sido feito para tirar a sua paciência. Dário Monteiro, 29 anos, é frio, arrogante e irritantemente observador. Desde o primeiro encontro, transforma cada pequeno detalhe da rotina de Lara num campo de batalha silencioso, cheio de provocações, olhares intensos e palavras afiadas. O que começa como irritação constante rapidamente se transforma numa tensão difícil de ignorar. Entre discussões no corredor, encontros inesperados e uma atração que nenhum dos dois quer admitir, a convivência vira uma guerra diária onde nenhum deles parece disposto a perder”