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n Nar
cido por ser implacável. Não por prazer, mas porque aprendi, desde cedo, que a vida não tem piedade. Meu pai, Richard Reid, nã
, eu não tolero traição. Não aquelas dramáticas, que os tolos romantizam, mas as reais
algo estava errado antes mesmo dela abrir a boca. Ela entrou com aq
o de experiência. Sempre foi uma funcionária exemplar, dedicada, discreta e extremam
, mas... preciso c
ão séria, tão focada... mas algo naquela
iei, sentindo a tensão
aro, muito raro - e isso m
alhar aqui. - A voz saiu ca
experiência, Letícia. Sabe muito bem como as regras f
ódio brotou instantâneo, queimando meu peito: uma car
- Letícia disse. Com tranquilidade. Com um
da minha garganta f
do, se tornou indispensável e agora vai jogar tudo iss
, sem uma gota
ien. E eu preciso di
o estômago. Paz? Aquilo era desculpa de fracot
tícia? Uma vida cheia de paz? Não existe paz ne
. Não havia mais espaço ali para o Damien que
sso, Damien. É
sponder, a porta se abr
usar contra mim. Vestia um vestido preto curto demais, colado demais. Seus olhos percorr
heio de confiança, ignorando completamente a existência de Letícia. Quando
eito, agarraram minha nuca e ela me puxou para um beijo quente, molhado, invasivo. A língua dela provocou
zer - mas pelo ódio de saber que ela estava faz
ios, e me lançou um olhar cúmplice, úmido, cheio de promessas sujas. E
não era de f
cortou o ar. Não tremia. Não gritava. Era gelo. - Entra na sala
o em direção a Letícia. O salto
o que Damien quer. Você está apenas jogando fora uma vida cheia de possibilidades... enquanto ele - ela olhou para mi
ou irres
arrepender. - Letícia falou pausadam
o, ela se aproximou ainda mais, até fi
provocou, rindo de forma desdenhosa. - Querida, nã
sufi
voz saiu firme,
m os punhos fechados, mas o rosto
as próprias palavras me queimaram a lín
s costas e saiu. Sem olhar para trás. Sem uma lágrima. Cada passo dela foi firme, cert
hou com um
inda est
o que restava da cena. O sorriso de lado. O olhar q
um tom de ironia. A mão deslizou pelo meu braço até a
ábios roçaram minha orelha. A respi
coisas que ela n
para trás o rastro do perfume d
ra. Ficou ali. Do la
A raiva se dissolveu devagar, e no lugar dela veio u
d
o p
erdido. Pe
esa e joguei contra a parede. O vidro explodiu
nei entre os dentes. -
o
u estiv
novamente. Ela não tinha
provocou, recostada no batent
encontrar
a não tinha
penas co
tin
INHO DA
ELA - O CEO e
, tensão psicológica, desejo proibido e personagen
ai conhecer
trolador. Dominador. Um homem acostumado a comprar tudo
ão acredita em limites. E defi
ntrar Lu
o. Sem raízes. Sem segurança. Carregando traumas que ain
ão quer atenção. Muito m
começam justamente q
r se transforma em um jogo psicológico intens
ão quer apenas
Quer quebrar suas defesas. Quer ser o
bsessivo antes. E ela sabe exatamente
. Uma mulher tentando sobreviver.
o. O medo e a atração
aviso
e um roma
te intensos. Tem obsessão. Tem traumas. Tem manipulação e
sse. E uma mulher tentando impedir que o
Sobre controle. Sobre até onde alguém p
aixonar justamente pelo tipo de homem que v
nas próxim
m pouquinho de c
AL - DIREITO
Qualquer semelhança com nomes, pessoas, lug
para menores
tensa, cenas de violência emocional, obsessão, pe
RA É RE
rtilhamento, total ou parcial, em formato digital (PDF, ePub ou qualque
itui crime, conforme a Lei nº 9.
cria com dedicação, imaginaç
os, bastidores e lançamentos? Siga
DE LANÇA
OR ELA - O CEO e a FORA
vel pra deixar vocês completamente su
a história promete obsessão, tensão e muito
d não entra na vida de ninguém de forma leve... e Luna est
o. Porque ela promete deixar
muita obsessã
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