n Nar
isesse escapar da cidade que parecia me engolir. Eu observava
nte estava f
ara trás. Como se eu fosse insignifica
em mim. Uma marca que
marcas que não
aforada de fumaça e segurando o copo de w
zia que ainda tinha algo em aberto. Não. Eu sabia. A
entendimento" que eu queria. Era posse. Queria decifrar cada curva do corpo dela, cada tom de vo
e
o medo das pes
rasse as costas para mim era comum. Eu não aceito
pando o balcão sem pressa. Eu já o obs
jogando a pergunta como se
a a porta de onde Luna havia s
quem manda nessa história. Mas... Ela chegou há pouco tempo, sabe? Parece que está em b
Karen. A chave estava ali. M
, sem graça. O barman não preci
z. O líquido queimou, mas não apagou
eu me sentia imune ao caos ao meu redor. Mas Luna? Ela estava f
inal, eu se
s de
osa. O vento cortava, fazendo o carro tremer levemente, mas
to a liçã
guardanapo por um amigo de um amigo. Quando você tem os contatos certos e dinheiro suficiente,
dedo sobr
para L
pe
a
, a tela ficou quieta. O silêncio do
tando. Sabia que tinha vist
r tinha
sorriso feliz. Era predador. Era o sorriso de quem acabou de
orar, Luna. - A frase saiu em um sussurr
o jogo só começa quando a caça
ão costumo perder.
á fora parecia um cenário perfeito. O som das ruas, o ve
o dela. O corpo dela. Aquele olhar des
estava obcecado demais
ia surgiu. Mais intel
o a esperar mais. O número dela já estava na minha lista
io fica na Rua X, número 300, segundo andar. Não custa dar uma passada por lá. Acredito que pod
convite profissional. Mas ela saberia. Ela se
não atendesse a chamada, talvez a mensagem fosse mais eficaz. E se ela fosse es
raba
portu
para ela vo
és do vidro do carro e me senti m
" pensei, soltando
o jogo tinha começado, e eu estava pronto para levar Lun
gem foi
a crescer. Meu dedo batia no v
nder. Ela tem
epois, eu sabia bem: um encontro,
E, com ela, eu não estava
amente para
da
faróis amarelos dos poucos carros passando como fantasmas. M
acabado de conseguir. A m
A rotina. As coisas
do isso, algo ain
. Uma cont
tí
inhas mãos. O instinto não falha. A cabeça ainda quente, acelerando
á tantas vezes que meus olhos fechavam
ava meu rosto quando desci do carro, mas nada era suficie
o me viu
, como sempre, me liberou sem hesitar. Um homem inteligente. Sabia qu
ador - subi as escadas. Cada deg
na por
s dedos. Com a palma ab
u no corre
tin
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