mansão parece
anchas douradas escorrendo pelo vidro como lágrimas silenciosas. O motorista mantinha a
porém, o silêncio
estava
ecia absurda dema
ir
não via havia q
, chorando, levando apenas uma mala pequena
restava ape
m
sobr
ntrolar o tremor nas mãos. O coração batia rápido demais, pesado d
? - perguntou, qu
esitou antes
Leyla sofreu
veio seca
dem
amente o rosto
cid
que me i
tingiu ime
o que a
e me inf
vidasse da própria
Eyul. Ela abriu a boca para perguntar mais
ões de ferro negro se
a mansão
ão pareci
eza construída par
en
mb
aça
a segurança caminhavam discretamente pelos jardins, at
eri
diante da entr
abriu a porta
qui, se
ou do lado de fora, o vento frio
construção colossal e senti
sação e
em um lugar do qual talvez
*
mansão era sil
re es
s observando t
lançando sombras
calor hu
luxo...
Eyul percebeu os olhares discretos dos empr
m de algo que el
masculina cort
r
ritá
ela não pisar
ou imedi
no topo da esca
l
one
teiramente
regavam uma dureza b
n Kı
um segundo. Havia algo perigoso na maneira como a observava. Como
enxerga
ua frente, Eyul sent
a incapaz de demons
tris
lu
morte da pr
cê é Eyul
avessou o salão
ixo, recusando-se
buscar
an endureceu i
vai a lug
tia
o homem q
e os dois torno
iu o sang
queria que eu
Yaman ficou a
uitas decisões
u Eyul como um
ale del
u mais u
presença esmagadora dele.
be nada sobre
abe nada sobre
escureceram
o de que havia algo quebrado dentro d
iv
d
o
do ao mes
explodisse, uma voz peque
mca
aram na mes
rvava tudo per
m
s de tanto chorar. O rosto pequeno carregava
te, o coração de
joelhou
mre
ino h
ontra a própria insegurança. En
sentiu o corpinho est
se segurando o chor
a entendeu a verdade
estava comple
tou contra si, como se pudess
rou, com a voz falhan
Yaman observava a cen
mudou em
mín
imperc
rach
anos, aquele homem frio sentiu alg
quilo ime
*
continuava cast
stacionado do outro lado da
a mansão através
gurava uma
rafia d
ina rompeu o silênci
desaparecer antes qu
ligou le
, o verdadeiro p
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