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O Preço da Verdade

Capítulo 5 🧸 Cap. 5: O Olhar Cor de Tempestade

Palavras: 1456    |    Lançado em: 26/06/2026

últimos diretores, não era um vazio; era uma presença física, es

o polido, com os dedos longos e firmes pressionando a borda

e a

imentando-se de migalhas de coragem para manter

ali est

se moveu desde qu

de vidro que revelava a silhueta cinzenta e

o paletó de corte italiano feito sob medida, pare

te cortado, contrastava com

virou, Helena sentiu o im

les

o a turbulência de um céu que

rora a envolvia em seus braços, m

um passo à frente, as mãos elegantemente guardadas nos bolsos da calça social, mas a postura era a de um predador que encurralava sua presa. -

o olhar dele com uma dignidade que

como uma floresta em chamas

ra as costelas que ela temia que ele pudesse ouvir. - A tecnologia da DermoScience é minha. Eu a desenvolvi. Eu a sangrei. Se o G

som desprovido de qualquer humor,

os largos, diminuindo

nvadiu o espaço pessoal de Helena, despertando memórias sensoriais que

mandíbula dele estava tão tensionada que um músculo tremia sob a pele bronzeada. - Você fala de termos como se tivesse alguma moral para exigir algo n

ingiu o peito de Hele

e a destruiu no passado, subiu por sua gar

o a distância a zero, o calor do co

acreditou em mentiras arquitetadas, preferiu o veneno da sua família ao amor que jurava sentir

o consumia há anos. - Eu vi as transferências bancárias no seu nome, Helena! Eu vi os documentos assinados com a sua

eles era agora uma t

rápida, o peito subindo e d

o de suas pupilas que denunciava que, por trás de todo aquele ódio destrutivo, havia uma corren

nta, um magnetismo qu

udade mútua, colidindo e

a fração de segundo no ar antes de segurarem o queixo de Helena

formigou sob

ática pareceu disparar por suas

a boca apenas se entreabriu em um suspiro mudo, os olhos

cia de qualquer autoridade. Parecia mais um apelo

múrio íntimo que arranhou os sentidos dela. Seus olhos cinzentos desceram para a boca dela, famintos, a

engol

cada sopro de vida, passou diante de seus olhos como um farol

tava ali p

para reviver o

ara salvar o

ele nem sabi

no, ela segurou o pulso d

ue tenhamos tido no passado está morto e enterrado. Eu não sinto abs

uou entre eles

streitou

la rejeição e pela aparen

ansformou-se instantaneamente em uma

o rápido, ágil

vamente, mas seu espaç

imensa porta de vidro que dividia a sala

olentamente com o calor abrasador do corpo de

cada lado da cabeça dela, prendendo-a em

ir a rigidez de seus músculos, o calor emanando de se

oluto daquele homem que era seu maior inimigo e, ao mesmo

sto, aproximando os

nsível de seu pescoço, enviando arrepios

r o controle, para não se entregar àque

que o som da respiração irregul

a promessa silenciosa de submissão e posse que fez o

orçando-a a abrir os olhos e encarar a

ntiras naquele espaço mi

alta que estava p

peita sombria e uma curiosidade perigosa que ameaçava desent

seu retorno das

que ela pudess

a bolsa tocou,

rreu para

l, onde Léo es

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O Preço da Verdade
O Preço da Verdade
“🥀 Sete anos atrás, um único complô destruiu tudo. Helena amava Arthur com cada fibra do seu ser, até ser rotulada como traidora e jogada fora como lixo. Grávida. Humilhada. Sozinha. Ela se ergueu das cinzas. Hoje é dona do próprio império de cosméticos de alta tecnologia. Vencedora. Intocável. Até o dia em que Léo, seu filho de seis anos, é diagnosticado com leucemia agressiva e precisa urgentemente de um transplante de medula. O único doador compatível no mundo inteiro é Arthur. O mesmo Arthur que hoje é um titã imobiliário implacável, dominado pela amargura. Noivo da pior inimiga dela. Helena vai ter que voltar pro ninho de cobras que jurou nunca mais pisar e rezar pra que ele nunca descubra de quem é aquele filho. Porque o que está enterrado não fica enterrado pra sempre. E o ódio que os consome... pode ser só a máscara de um amor que nunca morreu. O Preço da Verdade - nem toda verdade sai barata.”