últimos diretores, não era um vazio; era uma presença física, es
o polido, com os dedos longos e firmes pressionando a borda
e a
imentando-se de migalhas de coragem para manter
ali est
se moveu desde qu
de vidro que revelava a silhueta cinzenta e
o paletó de corte italiano feito sob medida, pare
te cortado, contrastava com
virou, Helena sentiu o im
les
o a turbulência de um céu que
rora a envolvia em seus braços, m
um passo à frente, as mãos elegantemente guardadas nos bolsos da calça social, mas a postura era a de um predador que encurralava sua presa. -
o olhar dele com uma dignidade que
como uma floresta em chamas
ra as costelas que ela temia que ele pudesse ouvir. - A tecnologia da DermoScience é minha. Eu a desenvolvi. Eu a sangrei. Se o G
som desprovido de qualquer humor,
os largos, diminuindo
nvadiu o espaço pessoal de Helena, despertando memórias sensoriais que
mandíbula dele estava tão tensionada que um músculo tremia sob a pele bronzeada. - Você fala de termos como se tivesse alguma moral para exigir algo n
ingiu o peito de Hele
e a destruiu no passado, subiu por sua gar
o a distância a zero, o calor do co
acreditou em mentiras arquitetadas, preferiu o veneno da sua família ao amor que jurava sentir
o consumia há anos. - Eu vi as transferências bancárias no seu nome, Helena! Eu vi os documentos assinados com a sua
eles era agora uma t
rápida, o peito subindo e d
o de suas pupilas que denunciava que, por trás de todo aquele ódio destrutivo, havia uma corren
nta, um magnetismo qu
udade mútua, colidindo e
a fração de segundo no ar antes de segurarem o queixo de Helena
formigou sob
ática pareceu disparar por suas
a boca apenas se entreabriu em um suspiro mudo, os olhos
cia de qualquer autoridade. Parecia mais um apelo
múrio íntimo que arranhou os sentidos dela. Seus olhos cinzentos desceram para a boca dela, famintos, a
engol
cada sopro de vida, passou diante de seus olhos como um farol
tava ali p
para reviver o
ara salvar o
ele nem sabi
no, ela segurou o pulso d
ue tenhamos tido no passado está morto e enterrado. Eu não sinto abs
uou entre eles
streitou
la rejeição e pela aparen
ansformou-se instantaneamente em uma
o rápido, ágil
vamente, mas seu espaç
imensa porta de vidro que dividia a sala
olentamente com o calor abrasador do corpo de
cada lado da cabeça dela, prendendo-a em
ir a rigidez de seus músculos, o calor emanando de se
oluto daquele homem que era seu maior inimigo e, ao mesmo
sto, aproximando os
nsível de seu pescoço, enviando arrepios
r o controle, para não se entregar àque
que o som da respiração irregul
a promessa silenciosa de submissão e posse que fez o
orçando-a a abrir os olhos e encarar a
ntiras naquele espaço mi
alta que estava p
peita sombria e uma curiosidade perigosa que ameaçava desent
seu retorno das
que ela pudess
a bolsa tocou,
rreu para
l, onde Léo es
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