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ra Riley... mas seu
endo o couro pressionar minhas palmas. Ainda conseguia ver o rosto dele, a tristeza que havia nos seus olhos e a forma calma com
a amena de dizer a uma
ha oito
eses d
es de es
bebê
cardíaco que roubou o meu coração na primeira vez que o segurei. Ele estava doente desde o primeiro dia. Uma
de oxigênio caíram perigosamente. Levei ele às pressas para o hospital de pijama, segura
ão fi
inteira sozinha no corredor do hospital, rezando e implorando para que tudo desse
ava acontecendo. Disse que a situação era grave e que, des
le. Nosso filho
e não
guei, ele não atendeu
eu a ligação... mas qua
nta que nada aconteça com ele." Mas ag
só porque enterrei meu filho esta manhã, mas t
que ele usou, chorando até não conseguir mais respirar. Mas não tive direito a esse tipo de p
eu ap
o Ethan, deveriam se reunir conosco. Eles eram amigos dele, homens com quem ele vinha conversando há anos para tentar convenc
era uma desculpa
ua instável. É um lugar onde a dominância pode ser sentida no ar, e a hierarquia importa mais do que as leis. Você pode sentir isso n
onstruímos juntos, embora apenas um de nós a mantivesse de pé. Eu a
inuava a brilhar, e a rua estava barulhenta, cheia de humanos e metamorfos cuidando dos seus afazeres. Um par
ava fingi
a congelou sobre o teclado, seus olhos marejados e os lábios entreabertos, como se ela quisesse dar os pêsames, mas não soubesse se tinha permissão para isso. Ninguém fa
Provavelmente, já havia se espalhado que Riley Grayson, CEO, humana e companheira de um lobo de al
ão me im
da passo mais pesado que o anterior, com a tristeza pesando no meu peito e pressionando mi
o menos, n
estariam esperando. Eu sabia que todos provavelmente estavam cochichando
o setor executivo porque precisava
m lampejo de culpa. Ou talvez eu só quisesse ouvi-lo dizer algo, qualquer coisa que provasse que eu não era a ún
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