assim que saí do metrô. Harper andava ao meu lado, falando sem parar sobre uma instalação artística que ela queria fa
digo, né? - perguntou, depois de algu
ides, luzes
abia que vo
jolos vermelhos e janelas de vidro modernas, como se a história e o presente tivessem fei
oteca central - disse Harper, consultando o celular.
tão somos a
envolveu como um cobertor repentino, e o cheiro de livros antigos misturado
redes cheias de avisos sobre horários de atendimento e eventos cultura
En
e óculos retangulares que escorregavam constantemente pelo nariz.
primentou, com um
, entrando sem cerimônia. - El
o celular e mostrei a foto da carta. Henrik pegou o aparelho, ajustou os óculos e
segundos. - Mas com uma grafia antig
meçou a ler em voz baixa, primei
e levantou os olhos para mim. - "Uppsala não é mais segura. Há p
u cair alguns graus. Harper
guntei, tentando
a o celular, leu algumas
ou devagar, como se testasse o som. - E de um
o com quem? - Ha
omo se estivesse decidindo algo. Entã
osso co
- Harper perguntou, in
s óculos e os colocou sobre a mesa. -
truquei, mas minha voz soou
spaço para dúvidas. - Cartas antigas às vezes
istante de páginas sendo viradas na biblioteca. Har
ando o celular no bolso.
a. Henrik apenas acenou, já voltando a mexer em alguns
ais estreito. A luz fria das lâmpadas de te
se - Harper murmurou, enqu
u s
çosos. Apertei o casaco contra o corpo, sentindo o pa
s linhas, Henrik não queria ser o mensageiro. E agor
que o necessário, fazendo o sino tilintar atrás de nós.
hecol enquanto andávamos pela calçada coberta d
e seja só med
ão o
m com as marcas antigas de outras pessoas que passa
om dos carros passando lentamente na
e você? - ela perguntou de rep
garet - respondi, como se iss
ão sabe como
imeira frase fala de uma crian
har de lado. - E você
sei q
tro de mim. Não era apenas uma suspeita; era u
ía com mais força agora, pousando nos cabelos de Harp
gente faz agora?
pessoa para tr
mais determinado. - Mas antes, vo
não
tão vamos
sse inclinada contra nós. Eu sentia a carta no bolso, o celular com as fotos na minha b
gurou meu braço. - Não deixa isso morrer, Nor
vou
eiro. Eu fiquei parada por um segundo, observando a
viso. E, se ele tinha razão sobre cartas antigas poderem ser per
passávamos deixava meu reflexo mais distorcido. Por um momento, imaginei M
urmurei, mas a pergunta se perd
sando o dedo sobre as palavras como se pudesse sentir a voz de quem as escreveu. E, bem no canto inferior, q
ircular, com uma
etr
nder por quê, que aq
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