5: DESE
o que qualquer barulho da festa. Salvatore não soltou a mão dela nem um instante. C
ntou ela, com a voz um pouco trêm
la, prendendo-a ali. Os olhos escuros faiscavam de uma
ocê acha que eu sou cego? Acha que eu não percebia como vocês se olhavam
eu-se ela, tentando se soltar sem su
e eles. - Alguma vez você deixou ele chegar mais per
- Eu juro que nunca houve nada
ela lateral do corpo, até chegar ao pescoço. Segurou-o com firmez
o. - Porque se eu descobrir que ele sequer tocou um fio de cabelo seu antes de mim... eu
enas - havia uma faísca quente, um desejo que ela não conseguia co
Inspirou fundo, sentindo o perfume suave da sua pele, depois passou a língua devagar pela c
ele dela, a voz rouca de desejo. -
ama grande no centro do quarto. Ali, a discussã
ganta, até chegar ao decote do vestido que ele arrancou com uma única puxada forte. Os lábios desceram sobre os se
esquecer o nome, esquecer o mundo fora daquele quarto. Quando ela já não conseguia mais conter o
azendo com que ela ficasse por cima. - Vem. É voc
ovimento dela, ensinando, sentindo cada toque, cada gemido que saía da boca dela. A intensidade era avassal
m na cama, trocavam de posições, se agarraram como se fossem se perder um do outro a qualquer instante.
onder um do outro. Até o sol começar a aparecer lá fora, pintando o céu de tons claros, e eles fina
u alguns instantes em silêncio, tenta
encer a si mesma de que aquilo aco
e permaneceu em silên
ou dar nome ao que
tinuar chamando aq
essa desculpa começava
tudo aquilo era apenas parte do acordo, cada
estava preparado
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