ção de que o tempo havia congelado dentro da mansão. A sala inteira mergulhou num silêncio tumular. Os funcionários engoliram em seco; os seguran
nava a cena assustadora. Seu rosto permanecia impassível, perfeitamente esculpido em gelo e autocontrole. Mas os seus olhos... ah, Aurora percebeu a mudança imediatamente. Alguma coisa letal havia des
ela perguntou, a voz t
atreveu a
as escritas em vermelho pela segunda vez. Depois, pela terceira. Como se, com
gusto chamou c
bilhete ao entregá-lo para o subor
m, s
ssões digitais,
diata
e como alguém entro
erificando as
ssar o horror visceral do que estava acontecendo, Alessandro já estava organizando uma investigação tática completa. Fri
la, mas, estranhamente, a d
e escondendo
que pudesse impedir. Os olhos impenetráve
bre
ra a caixa horrenda sobre a m
Nã
ent
erteza,
bso
ando a odiar com todas as forças aquele pequeno sorriso, porque ele aparecia sempre qu
muito des
é muito
Ju
ão demonstrar o tremor nas mãos. -
u e
rece nem
na sua frente não resolve
, infelizmente, a lógica dele fazia total sentido. O problema central era qu
-
pois, Aurora continuava
Duas vezes,
o com argumentos lógicos
eguranças e marchar até o portão
o a extensão dos jardins sombrios. O celular permanecia apertado entre suas mãos
implesmente desaparecia. Ele sempre voltava. Sempre. Desde o término turbulento do relacionamento, fora assim. Primeiro, o assédio começara com f
Quando mudava a rota do ônibus para o trabalho, ele descobria o novo trajeto.
ida, que aquele comportamento doentio era amor. Até entender a dura realidade: não era.
sando
stava parado em silêncio próximo à porta da var
muito sério de invasã
respondeu à m
da sua
nenhuma insistência, mas aproximou-se o suficien
, s
que
que eu vou... - ele hesitou por um se
sozinha. Se
i como você
olhos com força. -
um
engraç
que c
tindo com um dos homens mais ricos e poderosos do país. Como se não estivesse mantida prisioneira numa mansão, após ter si
pergunta pessoal de Alessandro ve
tensa em silê
ent
hamar todo mundo de m
tão descaradamente
mpressionan
comentário irônico. - Vo
el, processando a
o jeito, n
de. Em algum momento conturbado dos últimos meses, o medo paralisante havia se
der nada que ele julgue
per
gue mais controlar alguém, ele
ele. Talvez porque estivesse emocionalmente exausta de carregar aquilo sozinha. Talvez porque aquele homem arrogante tivess
- ela revelou
u s
, balançando a cabe
ont
estava saindo com a minha prima.
ceram num misto de entendimen
Si
eress
amente nada de in
em,
O
to muito especial para es
cebeu imediatamente o olhar fixo de Alessandro nela. Atento. Silencioso. Calculista, observando-a como se aquele simple
olhar assim
sim
sse me estudando
ez eu
or
muito difícil de
gargalhada genuína
m, v
uma clínica inteira de facha
a necessária pa
surdamente
ambém é
pessoa difícil
Mu
o. Impossível. Aquele homem era
-
ue estivesse particularmente curiosa com o luxo e a riqueza, mas porque precisava manter a mente
es de festa. Tudo era milimetricamente impecável, organizado e incrivelmente vazio. Como se Alessandro vivesse ali completamente sozinho. C
rredor. Aurora se aproximou. Reconheceu o ambiente imediatamente: era o escritório principal dele. Ela sabia
de livros pesados, arquivos e documentos. Quadros valiosos decoravam as paredes e uma enorme mesa de r
os pelos lombos dos livros, pelas fotografias de premiações corporativas, pelos troféus e ob
e estrategicamente escondida. Ela a pegou, e seu c
esma fo
as antes no celular do stalker. A garota de d
olutamente impossível. Ela nunca havia entregado aquela fotografia impressa para
ndo alguma coi
ostado na moldura da porta, observando-a. Sem nenhuma expressão raivosa, sem pressa alguma. E, pior ainda, sem a menor surpre
a em direção a ele, a
e você t
a - desde a primeira ligação no táxi -, Alessandro não teve uma resposta imediata e afiada na ponta da
base da coluna. Porque homens poderosos como Alessandro De Luca não hesitavam jam
u isso? - ela insist
rofundos e totalmente ilegíveis. E então, pela primeira e mais aterroriza
is do que qualquer ameaça bizarra enviada por Gabriel. Porque aquela hesitação silenciosa significava, sem sombra de dúvidas, que aquela fotogr
certeza de uma coisa: aquele homem perigoso e misterioso sabia infinitamente mais sobre o seu própr
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