do d
e S
mpre dá um jeito de arruinar todas as minhas tentativas de fazê-lo voltar a viver. Mas como pode? Ele tem tanto pela frente, ele pode viver. Ele
imploro: me ajude a fazer o Steve en
to. Me deitei e tentei dormir, mas não conseguia parar de pensar ne
to do meu sobrinho. Dei a dose diária, mandei ele tomar banho - íamos sair em poucos minutos. Aprov
-
ve
oseiras. Eu nem prestava atenção. Entrava por um o
cê vai se machucar feio - disse Otto, olhando ao
com sarcasmo. - Só assim eu p
co, meu filho -
az. Ela salvou sua vida. Deus te deu
ma risad
to nisso. E quem é você para falar de Deus? Deixou sua família na miséria por causa de
estavam chei
seu pai - minha mãe t
hoje, você ficaria feliz. Herdaria minha fortuna e gastaria tudo em rou
choro forçado da minha mãe, os xingamentos do meu pai e
futilidades. Aqueles bandidos vieram pra matar ele, mas atingira
-
e S
sofá, o pai andava furioso de um lado para o outro, Otto batia enfurecido na p
aconte
eramente não sei o que fazer - Otto me
batendo calmamente naquela enorme porta, chamando por Ste
tev
ção de moral. Sério. Então
ui - suspirei. - Mas agora é você quem está agindo como um adolescente m
ão dois
le assim
ele, perdi a mulher da minha vida. Per
do rosto dele, e e
nas, riscos... colocou todos em perig
fiquei preso nessa cadeira de
de continuar no caminho de Deus, de voltar à fisioterapia e andar de novo. Você tem a vida nas suas mãos, Steve. Só precisa escolher viver. Lauren iria q
osa
olhava para você, pensava: puxa, esse cara é magnífico. Sua fé, autoestima e alegria contagiav
engolindo o choro que
seguir sua vi
impossí
sempre. Serei sua dama de companhia. Você vai voltar a fa
igo. Está enganada se acha que vou
"não". Você me conhece o suficiente pra saber
quero ver se você c
ve - abri um largo sorriso, e ele, enfim, ta
ay,
.
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