. O cheiro de suor, terra e sangue invadiu suas narinas, mas ela
o cabelo emaranhado do homem. A testa dele est
ndo, Bento, o cozinheiro do restaurante e
, puxando o corpo desacordado de sob
acordado do mendigo. Barba cerrada, pele suja, cabelo negro e emaranhado em folh
azendeiro parado na porta do bar, os polegares afundados no cinto de couro e o olhar
ignada. - É um ser humano com fome e doente
so à frente, o rosto en
potranca. Esse hom
ado e doente - Nellie rebateu, sentindo a respiração ir
morra
subiu tão forte que teve que engolir em seco pa
erou pela reação do fazendeiro, se voltando para
r... - Bento comentou suando só
cozinheiro. - Olavo tem razão. Esse cara pode ser um bandido. Tem vindo muitos pra esses la
culdade de sustentar o peso do mendigo, e estando longe do posto, indicou em direção ao Escaravelh
gando o celular, os olhos castanhos se estreitando em uma ad
Nellie se estreitaram. - A não ser que você te
um passo atrás,
ro qu
ixe cuidar do pobre homem -
omem, Bento se mante
os braços sob as axilas do homem, enquanto Nellie segur
volta, levando com esforço o mendigo até seu carro, um fusca azu
llie se preparava para entrar ao la
vou co
te para o cozinheiro. - Preciso de aj
ndeu. - Esse cara claramente é um problema,
de um gambá vivo, quem dirá
ucou encobrindo o nariz. - Tenho que cuidar da cozinha d
em está morrendo! - A indign
, fedendo, cheio de sangue. Sequer sabemos q
a subir como fogo do
quando aquele verme estala os dedos - disse sem
o, mas o olhar de Nellie o fez cala
Nellie o calou. Encolhendo os ombros, se a
roximando dela quando seguiu para o banco de
so - exigiu fechando a pro. Suas narinas arderam e os olhos lacrimejaram. Contra vontade teve de conc
fundo o ar de fora, contando os segundo para chegar ao posto de s
*
seguiam o veículo até perdê-lo de vista. Olavo Guedes, tamborilando os dedos no cinto, nã
respeitar, potranca.
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