: Y
dio. Ele avançou com a velocidade de um predador, cada movimento tão rápido que m
de. O impacto arrancou o ar dos meus pulmões, uma onda de dor e
desesperado, chutei suas partes íntimas com toda a força que consegui reunir. Ele soltou um rosnado de dor, mas sua reação foi tão rápida quanto brutal. Sua
eno. - Íamos brincar com você mais um pouco, presa, mas acho qu
as não cedi ao medo. Com o pouco ar
sacerdotisa, seu
se o golpe fosse insignificante. Mas enquanto ele ria, minhas mãos, movidas pela raiva e pelo desespero, encontraram seus olhos. S
em agonia. Ele me golpeou contra a parede com força, tentando me fazer soltá-lo. O impact
, um estalo grotesco ecoou, e a criatura me largou, cambaleando para trás. O sangue escorria por seu rosto, seus olhos destruídos enqu
indo manter-se de pé. Era patético, mas eu não tinha tempo para desprezo. Passei a mão pelo meu pescoço, t
a o Lycan. Cada impacto fazia o som de ossos rachar. Ele recuava, passos hesitantes, sua força diminuindo a cada golpe.
determinação. Continuei batendo até que minhas mãos falharam, a barra de ferro
se mover. Meu peito subia e descia, ofegante, enquan
undo de onde vieram, ante
ha carne com brutalidade, arrancando um grito preso em minha garganta. O ardor das feridas aumentava a cada segund
oz baixa e ameaçadora. - A menos que queira que a Noite d
s mais profundas. Meu corpo cedeu, caindo de joelhos no chão frio e molhado. A dor era insuportáve
escorria pelas costas, misturando-se à chuva incessante. Minhas pernas vacilavam, e
passo um desafio. A respiração vinha em arfadas curtas, carregadas de dor. O
z fraca, quase inaudível entre os gemidos de dor. Meu corpo ameaçava
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