/0/19923/coverbig.jpg?v=9ebd0597724ccaa8735a979dfc40d4bc&imageMogr2/format/webp)
i
ncio tomou conta do quarto. Eu não sabia que um som tão pequeno pod
, a mente oscilava entre exaustão e uma euforia que me fazia querer abraçar o
baixinho, tão pequeno, tão frágil. Meus olhos ardiam de tanto chorar - de dor, de alegria, de um vazio estranho que s
voz de Steve quebrou o silên
do olhei para ele, percebi o quanto estava cansado também, o quanto o parto mexeu com e
sorrir. - Cada vez que fecho os olho
cena tão simples e tão poderosa. Steve estendeu o dedo, e a mão minúscula do bebê se fechou ao redor dele. Foi a
a cada vez mai
-
t
dido Rose, já tinha chorado como se o mundo tivesse acabado. E agora...
ão pequeno, tão
a que nunca mais a teria de volta, mas naquele choro frágil, naquele olhar curioso que e
ina
mbém a força. Eu nunca vou esquecer a maneira como ela segurou minha mão, como gritou, como chor
ava exausta. Os olhos vermelhos, os cabelos bagunçados, o corpo tremendo e
pouco, pode dormir.
ou, surpresa
também, Nina. Eu quero es
, e quando o coloquei contra meu peito, senti o coração disparar. Tão leve, tão meu. A respira
onectado. P
-
i
s ardem, os seios latejam cheios de leite, e a mente... ah, a mente parece uma tempe
o que me sust
gestos dele eram diferentes. Quando ele ajeitava o travesseiro atrás de mim para que eu pudesse amamentar, quando passava a mão nos meus cabelos dizendo "
nada. E isso doía t
-
t
orando baixinho, escondendo o rosto nas mãos. Às vezes ela sorria para o bebê como se ele
asse dela, que fosse gentil. E eu e
da, agradecida. E cada vez mais eu sentia que estávamos aprendendo
fosse o s
-
i
dormiu e Steve também adormeceu na poltrona
spaço para mais nada além da dor, estava se e
dia ele me enxergasse além da promessa fei
coração bater com força, como se me dissesse que
-
t
austa, mas mesmo assim sorria. Eu não sabia o que ela sentia, não conseguia dec
s colocado juntos. E talvez, só
.
/0/19923/coverbig.jpg?v=9ebd0597724ccaa8735a979dfc40d4bc&imageMogr2/format/webp)