icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

O Sheik rendido por sua Submissa

Capítulo 3 Desfiz a sua trança

Palavras: 2064    |    Lançado em: 04/08/2026

a

a lá em sociedade com o tenente Júlio Albuquerque. Ao analisar o folheto da proposta, vi que Júlio era um homem sério e com excelente reputaçã

aumentar meus bens; meus economistas garantiam que minha fortuna sustentaria até a sexta geração, além de eu já possuir s

rajando farda repleta de medalhas, com um escritório coberto por fotografias da família, troféus e honrari

es vestidas com trajes sumários. Enquanto meu irmão, mesmo casado, saiu acompanhado por duas delas, fiquei no balcão bebendo a noite toda. Embora o álcool seja um

. No entanto, não me deitaria com nenhuma daquelas ocidentais da boate, pois as achava fúteis e esnobes. Meu pai quase enlouquecia quando eu rejeitava casamentos f

arota mais bonita rejeitou a oferta. Ela procurou na multidão quem havia oferecido a bebida até o garçom apontar na minha direção. Ergui o copo em um cumprimento cortês, exatamente como os homen

ido do copo diretamente no meu peito, me deixando impregnado pelo cheiro forte de álcool. Em seguida, gi

sa, com o cabelo negro solto na altura dos quadris, a calça jeans escura colada ao corpo e tênis brancos. Meu coração acelerou ao ver seus passos em minha direção. Q

se, observando o movimento de sua boca e seus cílios. Ao sentir o cheiro forte de álcool, sua expressão mudou. Ela segurou meu casaco com cuidado e, hipnotizado po

piado, encantado e excitado. Vinte minutos depois, ela voltou, entregou-me o paletó limpo e sorriu novamente antes de ser puxada

ezes me olhava, fazia caretas e chegou a me dedar o meio. Decidi ir embora, deixando Mohamed para trás. No estacionamento, enquanto procurava por Samar

o. Fomos atendidos no escritório do sogro do tenente Júlio, onde vi um quadro enorme na parede retratando uma mulher muito parecida com a garota que me humilhara. Na mesa, havia porta-retratos

erto para conter minha irritação, enquanto Mohamed conversava com ela. Ela vestia uma saia jeans justa que destacava suas coxas e pernas, e uma blusa que acompanhava o ritmo de sua respiraç

med foi; eu decidi ficar no quarto assistindo a um jogo de futebol. Quando a partida terminou, decidi ir até a festa para ver o ambiente. Ao sair do q

subir ao palco usando um macacão bege-claro. Ela falou ao microfone, sob aplausos de todos, e sentou-se ao piano de vidro para tocar uma melodia impecáv

ão tinha interesse na brasileira. Voltei para o interior da festa e a encontrei perto do banheiro feminino. Ordenei a Samar que a pegasse. Ele agiu com

avisando que estava voltando. No jato particular, a garota permaneceu adormecida sobre a cama de lençóis brancos. Toquei sua pele macia, inal

ras submissas. Pouco depois, Mohamed ligou avisando que o negócio com Júlio e

anhã seguinte, minha irmã mais velha, Latifa, entrou no quarto e se ofereceu para cuidar da brasileira. Concordei, pois ela falava a língua da garota.

uarto confortável. Foi quando Latifa me procurou e pediu: "Ela ainda não está pronta. Dê mais tempo para

ia. Porém, o clima mudou quando uma das submissas me disse ter visto a brasileira no jardim sorrindo acompanhada de Ami. Tomado pela possessividade, saí do trabalho e voltei para casa.

a brasileira estava mobilizando recursos políticos no Oriente para encontrá-la, tendo Dubai como destino

u as escadas rapidamente. Fui atrás dela e entrei no quarto. Ela estava sentada perto da janela. Aproximei-me, peguei-a no colo e a joguei na cama. Ajoelhei-me sobre

e batendo palmas pela reação da garota. Recuperei-me no meu quarto e ordenei a Samar e Zafir que a levas

ortamento doce. Fui ao quarto dela e peguei seu diário. Pedi a Samar que traduzisse as páginas. O conteúdo alternava entre cartas para a família, poesias, desenhos e inúmeros xingamentos direcionados a mim

a ala dela. Olhei pela fresta da porta e vi Latifa ensinando a brasileira a dançar nossas músicas tradicionais. As duas riam enqua

tei-me ao seu lado, soltei sua trança devagar e a puxei para perto, inalando o

para descarregar minha frustração. No entanto, no meio do processo, senti o aroma de baunilha pa

a bochecha como costumava fazer na infância. Entrei no carro intrigado com o comportamento da minha irmã e com o impacto qu

Reclame seu bônus no App

Abrir
O Sheik rendido por sua Submissa
O Sheik rendido por sua Submissa
“Ela carrega na alma a paixão pela música clássica e as marcas de um passado familiar turbulento. Ele é um sheik poderoso, acostumado a ter o mundo e qualquer mulher aos seus pés. À primeira vista, seus universos não poderiam ser mais opostos. Porém, quando um encontro inesperado entrelaça seus destinos, a melodia que surge entre os dois desafia regras, atrai perigos e prova que o amor é a única coisa que o dinheiro e o poder não podem controlar.”