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O Sheik rendido por sua Submissa

Capítulo 5 Punição

Palavras: 2293    |    Lançado em: 04/08/2026

He

s e nem senti aquele aroma marcante que impregnava a casa. Para falar a verdade, não me importei. O meu rosto

mim. As mulheres do outro lado do portão me encaravam com um ódio profundo nos olhos. Eu? Não estava nem aí. Para provocá-las, eu dançava, fazi

s de sumir; eu não fazia ideia de que era proibido ter qualquer contato com ele e me sentia mal caso ele est

o grupo de mulheres do harém se amontoar perto da grade para me vigiar, mas ignorei. A vontade de me livrar das

orrindo maliciosamente, como se estivesse

tei na grama macia, fechei os olhos e me dei ao luxo de fingir que ouvia o som do mar ao fundo. Pouco tempo depois, o barulho

dele. Um rugido gra

ntes que eu pudesse rebatê-lo, duas criadas altas e fortes me pegaram pelos

itei, sabendo que ninguém ali en

anto uma das servas lhe servia uma dose de uísque. Arqueei a sobrancelha

i que fosse sua folga. Senti um leve frio na barriga quando as duas criadas entraram no quarto comigo. Uma delas saiu e retorn

ão me levando? - perg

or até ouvir o ranger de uma porta. Fiquei de pé no escuro. Quando pisei em falso na tentativa

esponder antes de a porta se fechar. Eu deveria te

uentar minhas costas. Ele me guiou até me encostar em algo e rasgou a

Pervertido

arinhosa e, em seguida, sua boca buscou a minha. O toque de seus lábios foi firme;

onde estava apoiada. Ele segurava a minha cabeça por trás com firmeza, os dedos embrenhados nos meus cabelos. Ficamos alguns minuto

erminou, ele me deu al

estrador filho da mãe, a voz da razão gritou na mi

De repente, algo macio como uma pena começou a ser passado pela minha pele. Eu tentava enxergar, mas a venda impe

te do tecido. Encolhi o corpo, mas antes que pudesse

ardência me fez lembrar

ti outra palmada estalar na nádega esquerda e contorci as p

nteira. Aquele objeto duro e áspero, que parecia a varinha decorativa da Hortência, continuou desenhando meu corpo até a minha barrig

ngolindo a vontade de chorar

e, desgr

de dor. Fiquei firme. Ouvi a respiração compassada dele bem

ade. Senti seus dedos tocando minha pele, subindo e descendo. Senti cócegas e me contorci, solta

segurava minha pele enquanto me explorava com uma sede

era prazer?, me pergunte

contra a boca dele, sentindo sua respiração pesada. Suas mãos apertaram min

sem me conter, senti

. As mãos do Salim subiram para o meu seio direito, apertando-o com intensidade. Ele continuava e

ivesse abrindo as calças, mas lembrei que ele vestia uma túnica. Ele me virou de costas

lena pervertida qu

palmada, para logo depois a mão dele vir massageand

i, ouvinte do ri

ontra ele, provocando-o, até que a mão dele me puxou pelos cabelos. Antes que eu esperasse um protesto, os lábios dele e

tuguês, desejando que el

va minha cintura. Ao descer a boca para o meu seio, chupou meu m

atidas fortes na porta cortaram o ar. Alguém esmu

rosnou uma resposta em árabe, mas as batidas não pararam. Ele j

osa. Ela veio direto até mim, cobriu-me direito e me abraçou, conduzind

stá bem? - pergu

achucou muito - respondi, respir

valiou dos pés à cabeça, com os olhos arregal

ez para ele te

deitada na grama - expliq

do! Deitada na grama?- disse ela

elo. Ele me encarou de cima a baixo. Eu estava praticamente desnudada ali na frente dele

de Latifa - e saiu em disparada pelo corredor.

o banho, e

sorriso bobo para a parede. Peguei a capa do chão, joguei-a na cadeira e fui

rtência apareceu na

aprontou de v

no jardim tomando sol - bri

O lenço? - ela

onzear a pele e aq

riedade para um balanç

o seu país. Ele ainda

rto. Se quiser me ca

a e começou a me aju

oteja das suas in

, porque um de nós dois vai acabar ma

eo perfumado na minha pele p

a, não tem, Hortência? Olhe a

e perto. - Santo Deus... dá para ver a marca direitinh

corpo é doença? -

a obsessão! Essa pervers

rias mulheres, a diferença é que o S

que ele simplesmente não me escolhia logo

la das submissas cortaram o ar. Uma das

do, Hortência? - pergu

uns segundos e traduziu c

o: "Por favor, mestre! M

- perguntei, desconfiada. - Estou achando

dentro de você, Helena?

deu umas palmadas... - respondi rapidamente, omitindo

das devassidões do Salim! - disse H

nte irritada com o escândalo da outra submissa. Pouco depois

a apertou no peito e chorei um pouco, surpresa comigo mesma por ter gostado das provocações do Salim. Dona Juliana, minha mãe, sempre

e vi a chave na fechadura por dentro. Levantei

oje, seu árabe safado - mu

ma e adormec

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O Sheik rendido por sua Submissa
O Sheik rendido por sua Submissa
“Ela carrega na alma a paixão pela música clássica e as marcas de um passado familiar turbulento. Ele é um sheik poderoso, acostumado a ter o mundo e qualquer mulher aos seus pés. À primeira vista, seus universos não poderiam ser mais opostos. Porém, quando um encontro inesperado entrelaça seus destinos, a melodia que surge entre os dois desafia regras, atrai perigos e prova que o amor é a única coisa que o dinheiro e o poder não podem controlar.”