He
s e nem senti aquele aroma marcante que impregnava a casa. Para falar a verdade, não me importei. O meu rosto
mim. As mulheres do outro lado do portão me encaravam com um ódio profundo nos olhos. Eu? Não estava nem aí. Para provocá-las, eu dançava, fazi
s de sumir; eu não fazia ideia de que era proibido ter qualquer contato com ele e me sentia mal caso ele est
o grupo de mulheres do harém se amontoar perto da grade para me vigiar, mas ignorei. A vontade de me livrar das
orrindo maliciosamente, como se estivesse
tei na grama macia, fechei os olhos e me dei ao luxo de fingir que ouvia o som do mar ao fundo. Pouco tempo depois, o barulho
dele. Um rugido gra
ntes que eu pudesse rebatê-lo, duas criadas altas e fortes me pegaram pelos
itei, sabendo que ninguém ali en
anto uma das servas lhe servia uma dose de uísque. Arqueei a sobrancelha
i que fosse sua folga. Senti um leve frio na barriga quando as duas criadas entraram no quarto comigo. Uma delas saiu e retorn
ão me levando? - perg
or até ouvir o ranger de uma porta. Fiquei de pé no escuro. Quando pisei em falso na tentativa
esponder antes de a porta se fechar. Eu deveria te
uentar minhas costas. Ele me guiou até me encostar em algo e rasgou a
Pervertido
arinhosa e, em seguida, sua boca buscou a minha. O toque de seus lábios foi firme;
onde estava apoiada. Ele segurava a minha cabeça por trás com firmeza, os dedos embrenhados nos meus cabelos. Ficamos alguns minuto
erminou, ele me deu al
estrador filho da mãe, a voz da razão gritou na mi
De repente, algo macio como uma pena começou a ser passado pela minha pele. Eu tentava enxergar, mas a venda impe
te do tecido. Encolhi o corpo, mas antes que pudesse
ardência me fez lembrar
ti outra palmada estalar na nádega esquerda e contorci as p
nteira. Aquele objeto duro e áspero, que parecia a varinha decorativa da Hortência, continuou desenhando meu corpo até a minha barrig
ngolindo a vontade de chorar
e, desgr
de dor. Fiquei firme. Ouvi a respiração compassada dele bem
ade. Senti seus dedos tocando minha pele, subindo e descendo. Senti cócegas e me contorci, solta
segurava minha pele enquanto me explorava com uma sede
era prazer?, me pergunte
contra a boca dele, sentindo sua respiração pesada. Suas mãos apertaram min
sem me conter, senti
. As mãos do Salim subiram para o meu seio direito, apertando-o com intensidade. Ele continuava e
ivesse abrindo as calças, mas lembrei que ele vestia uma túnica. Ele me virou de costas
lena pervertida qu
palmada, para logo depois a mão dele vir massageand
i, ouvinte do ri
ontra ele, provocando-o, até que a mão dele me puxou pelos cabelos. Antes que eu esperasse um protesto, os lábios dele e
tuguês, desejando que el
va minha cintura. Ao descer a boca para o meu seio, chupou meu m
atidas fortes na porta cortaram o ar. Alguém esmu
rosnou uma resposta em árabe, mas as batidas não pararam. Ele j
osa. Ela veio direto até mim, cobriu-me direito e me abraçou, conduzind
stá bem? - pergu
achucou muito - respondi, respir
valiou dos pés à cabeça, com os olhos arregal
ez para ele te
deitada na grama - expliq
do! Deitada na grama?- disse ela
elo. Ele me encarou de cima a baixo. Eu estava praticamente desnudada ali na frente dele
de Latifa - e saiu em disparada pelo corredor.
o banho, e
sorriso bobo para a parede. Peguei a capa do chão, joguei-a na cadeira e fui
rtência apareceu na
aprontou de v
no jardim tomando sol - bri
O lenço? - ela
onzear a pele e aq
riedade para um balanç
o seu país. Ele ainda
rto. Se quiser me ca
a e começou a me aju
oteja das suas in
, porque um de nós dois vai acabar ma
eo perfumado na minha pele p
a, não tem, Hortência? Olhe a
e perto. - Santo Deus... dá para ver a marca direitinh
corpo é doença? -
a obsessão! Essa pervers
rias mulheres, a diferença é que o S
que ele simplesmente não me escolhia logo
la das submissas cortaram o ar. Uma das
do, Hortência? - pergu
uns segundos e traduziu c
o: "Por favor, mestre! M
- perguntei, desconfiada. - Estou achando
dentro de você, Helena?
deu umas palmadas... - respondi rapidamente, omitindo
das devassidões do Salim! - disse H
nte irritada com o escândalo da outra submissa. Pouco depois
a apertou no peito e chorei um pouco, surpresa comigo mesma por ter gostado das provocações do Salim. Dona Juliana, minha mãe, sempre
e vi a chave na fechadura por dentro. Levantei
oje, seu árabe safado - mu
ma e adormec
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