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Casei com o Bilionário que eu odiava

Casei com o Bilionário que eu odiava

Autor: Dha
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Capítulo 1 Começo da minha ruína

Palavras: 2361    |    Lançado em: 11/08/2026

ítu

pode s

liz, mas o meu pai fez qu

er pessoa em uma noite de comemoração. Para mim, no entanto, o estômago revirava não pela sof

de nascimento. Eu tinha ido para a Europa respirar, pintar, existir sem precisar prestar contas de cada pincelada. Mas o diploma de artes finalmente estava impresso, emoldurad

ado à mesa de um restaurante cinco estrelas. Sua voz ecoou com uma falsa solenidade que me deu arrepios na espinha. - Formada com hon

ficaram brancos. Minha mãe sorriu de forma mecânica ao lado dele, um sorriso

elho. - Sinto que finalmente posso começar a minha vida. A galeria na SoHo já está com

. Ele pousou o guardanapo de tecido no colo, cruzou os dedos sobre a mesa de mogno e olhou diretamente para mim com seus olhos frios de predador

esmagar qualquer resquício de alegria que eu ainda pudesse ter. O garçom recuo

unir nos meus ouvidos. Minha respiração falhou por um segundo. - Pai, eu passei os

go de empatia ou orgulho de pai. Pelo contrário. Ele parecia estar prestes a assinar um contrato comercial qualquer. - Nós não criamos a Carter & Smi

a, embora o som estivesse comp

a celebrar a minha formatura, não um acordo de paz medieval.

or questionada por acionistas majoritários - esbravejou ele, perdendo um p

o meu pescoço, subindo quente pelo meu rosto. Inclinei-me para a frente, encara

o paletó de grife antes de desferir o gol

se casar,

agnado do restaurante co

ao meu redor dar uma guinada violenta. O lu

s, quando você nem tinha três anos de idade. Foi um pacto de fundação mútua entre a nossa família e a de Arthur Smith. Uma apólice

espalhando gotículas de champagne pela toalha de mesa branca. Eu quase tive um troço ali mesmo, sentada na cadeira estofada de veludo. Minha visão

da avassaladora de pânico e revolta que me consumia por dentro. - Você me ven

érolas com dedos trêmulos, demonstrando que ela sabia de tudo aquilo desde o início. - É uma hon

inguém ousasse se aproximar da mesa dos Carter. - É a minha vida! Eu não sou uma peça de xadrez, eu não sou um ativo financei

de cega que sempre me sufocou. - O contrato estipula que, ao atingir a maioridade e concluir os estudos superiores, a herdeira da família Ca

anidade, qualquer sinal de que aquilo fosse uma brincadeira de mau gosto, um teste sádico para ver qual seria a minha

sussurrando a resposta mais aterrorizante possível. - Quem é o infeliz escolhido para

garreando antes de responder, como se soubesse exatam

. Noah

o um bloco de concreto de

h S

pulmões. O meu pior pesadelo, mate

elho decrépito, um herdeiro mimado que eu nunca tivesse visto na vida -, qualquer um seria mil vezes preferível àquela opção. Mas Noa

ersonificação exata de cada dor de cabeça, de cada humilhação pública e de cada momento de puro ódio que eu havia experimentado na vida. Ele era arrogante, prep

tamos. Ele havia sabotado o meu projeto de feira de ciências no colegial só para provar que as minhas teorias estéticas eram inferiores à lógica exata dele. Eu havia jogado tinta azul importada no

eu dividisse a mesma cama, o m

s assustada; eu estava furiosa a ponto de querer quebrar tudo o que estava ao alcance das minhas mãos. - O Noah? Você quer que eu me case com o Noah Smith? Aquele...

os lábios com o guardanapo como se estivesse discutindo a cotação do aço. - Negócios são negócios, Charlotte. Os sentimen

u instantaneamente. Empurrei a cadeira para trás com força, fazendo-a raspar estridentemente contra o piso de madeira polida do restaurante. - Você está

minha mãe, com a voz gélida, tentando manter a compostura diante do meu chilique público. - Você herdará ruí

o meu rosto. O peito doía tanto que parecia comprimido por uma morsa. - Um capricho é querer abrir uma

into. A aura de homem intocável que o cercava sempre foi a sua arma mais eficiente. - Você não tem escolha. O acordo já foi aceito pelas duas part

oi a got

o o inferno que aquilo seria para mim - fez o meu sangue ferver a temperaturas estratosféricas. Ele achava qu

Deve estar achando o máximo poder me transformar na prisioneira dele por puro esporte corporativo. Mas quer saber de uma coisa, pai? Pode avisar a

amanhã mesmo a notícia do noivado será publicada em todos os jornais de economia e sociedade de Nova York. A sua galeria? Esqueça os aluguéis. O

ceu sumir debaixo dos meus p

profissional com uma única assinatura e me entregado de ban

entindo o nó na garganta me impedi

a giratória para o ar gélido da noite de Manhattan. As luzes da cidade brilhavam intensamente ao longe, mas para mim, naquele exato instante, o mundo inteiro havia se transformado na mais pura e abso

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Casei com o Bilionário que eu odiava
Casei com o Bilionário que eu odiava
“Sinopse Crescer como herdeiras de dois impérios bilionários deveria ser um conto de fadas, mas para Charlotte e Noah, foi uma verdadeira guerra. Desde crianças, as famílias de ambos foram sócias nos negócios e inimigas na convivência, unidas apenas pela obrigação e por um ódio mútuo que só fez crescer com os anos. Para Charlotte, Noah Smith não era apenas irritante; ele era a personificação de cada dor de cabeça que ela já havia suportado na vida. Por isso, quando seu pai lhe entrega a notícia de que ela está noiva... de Noah, Charlotte quase desmaia. Literalmente. O motivo não deixa margem para recusa: uma cláusula irrevogável redigida na fundação da sociedade exige que os herdeiros diretos se unam em matrimônio para garantir a sucessão e blindar o conglomerado contra qualquer tentativa de aquisição externa. Ou eles cumprem o acordo, ou tudo o que as duas famílias construíram ao longo de gerações desmorona do dia para a noite. O contrato é implacável: manter as aparências públicas e morar sob o mesmo teto por pelo menos um ano. O problema é que o ódio e a atração são forças perigosamente parecidas. Entre reuniões corporativas sufocantes, provocações venenosas e um teto compartilhado que parece pequeno demais, Charlotte e Noah logo descobrem que a linha entre o desprezo e a rendição é tênue - e que, para salvar a empresa, eles talvez precisem arriscar o próprio coração.”