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Casei com o Bilionário que eu odiava

Capítulo 5 O beijo, a farsa e o estopim no jardim

Palavras: 2027    |    Lançado em: 11/08/2026

ndo contratos bilionários ou resolvendo crises corporativas que fariam qualquer pessoa comum entrar em pânico. Quando ele seguro

? Se dissessem a palavra "amor" mais uma vez naquela sala, eu tinha certeza de que vomitaria o champagne caro que empurrei para o fundo da garganta. Não

nalistas ávidos por um escândalo elegante -, o circo estava montado com perfeição. O clima hostil e sufocante que eu havia senti

recia o próprio príncipe dos contos de fadas modernos: elegante, polido, com a postura im

solitário de diamante bruto que pesava como uma algema invisível

mão. Foi apenas uma fração de segundo, um contato físico milimétrico que durou o tempo de um suspiro, mas foi o suficiente para me deixar furiosa comigo mesma. Como o meu corpo podia reagir com um calafrio estúpido justamente pa

mo um mantra de proteção mental, enquanto os aplausos estrondosos e a

al em nossa direção, trocando tapinhas nas costas e vangloriando-se para os convidados sobre como a fortuna Carter-Smith permaneceria intocável e restrita ao círculo íntimo das

pesado demais para os meus pulmões. O som das palmas e das conversas mondanas misturav

lta gastronomia e nas conversas sobre negócios e investimentos, ninguém mais prestava atenção

uma única palavra, virei as costas para o altar e comecei a caminhar a passos largos em direção às portas francesas de vidro que

tamente no meu rosto quente, agitando as mechas soltas do meu cabelo e trazendo um alívio momentâneo para o meu peito comprimido. Fech

durou menos d

nos queria - e que, no fundo, sabia que viria logo em seguida. O perfume amadeirado e marcante dele, misturado com notas de h

Smith - a voz de Noah ecoou grave, arrastada e carregada daquele tom de zombaria cínica que tinha

mado em cinzas na mesma hora. Ele estava parado a poucos passos de distância, com as mãos enfiadas nos bolsos da c

eus amiguinhos acionistas - disparuei com a voz trêmula de ódio, cruzando os braços na altura do peito, tentando erguer o meu co

so à frente. A luz suave das lanternas do jardim recortava a mandíbula tensa dele e os traços marcantes do s

eu vontade de avançar no pescoço dele com as unhas. - Precisamos falar sobre como vai funcionar essa união daqui para

r em maturidade para mim? O meu pai vendeu a minha vida, destruiu o meu futuro, acabou com a minha galeria de arte, e você aceitou

olhos, substituído por uma expressão fria, cortante e dura como granito. Ele deu mais um passo à

os faiscava com a mesma raiva contida que queimava nas minhas veias. - Você acha que eu estou saltitando de alegria por ter que me casar com a garota

ei paralisada por um segundo, olhando para ele com os olhos arregalados,

ontrato assim como eu tentei fazer? Ah, é claro... esqueci que você é o herdeiro perfeito, o CEO exemplar que baba por poder e adora colecionar ativ

a. Ele inclinou o rosto para perto do meu, sustentando o meu olhar com uma intens

mpérios e deixar pessoas vulneráveis. Eu não queria amar ninguém, e pode ter certeza absoluta de que eu nunca, jamais, vou te amar. O que eu quero é ser o CEO absoluto da empresa, consolidar o cong

ram sobre mim como á

certeza absoluta de que eu nunca, jam

le não estava apenas me insultando; ele estava pisoteando qualquer migalha de dignidade que eu ainda tentava preservar naquele aco

ganta que o mundo ao meu redor escureceu nas bordas. Meus dedos fecharam em punh

. Eu apenas cedi ao impulso primário e incontid

levantei a mão direita em um arco

l

laro pelo jardim silencioso, cortando

impacto. O silêncio absoluto despencou sobre o jardim. A bochecha dele ficou instantaneam

irando ofegante, com o peito subindo e descendo em descompasso. Meus olhos faisc

ndo fundo, sentindo a ardência da bochecha. Lentamente, ele voltou a cabeça para a frente, fixa

Ele passou a ponta da língua no canto da boca, sentindo o gosto da própria audácia, a

almente calma que fez o meu sangue congelar nas veias. - Acabou de assinar a sua sentença. A partir de agora

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Casei com o Bilionário que eu odiava
Casei com o Bilionário que eu odiava
“Sinopse Crescer como herdeiras de dois impérios bilionários deveria ser um conto de fadas, mas para Charlotte e Noah, foi uma verdadeira guerra. Desde crianças, as famílias de ambos foram sócias nos negócios e inimigas na convivência, unidas apenas pela obrigação e por um ódio mútuo que só fez crescer com os anos. Para Charlotte, Noah Smith não era apenas irritante; ele era a personificação de cada dor de cabeça que ela já havia suportado na vida. Por isso, quando seu pai lhe entrega a notícia de que ela está noiva... de Noah, Charlotte quase desmaia. Literalmente. O motivo não deixa margem para recusa: uma cláusula irrevogável redigida na fundação da sociedade exige que os herdeiros diretos se unam em matrimônio para garantir a sucessão e blindar o conglomerado contra qualquer tentativa de aquisição externa. Ou eles cumprem o acordo, ou tudo o que as duas famílias construíram ao longo de gerações desmorona do dia para a noite. O contrato é implacável: manter as aparências públicas e morar sob o mesmo teto por pelo menos um ano. O problema é que o ódio e a atração são forças perigosamente parecidas. Entre reuniões corporativas sufocantes, provocações venenosas e um teto compartilhado que parece pequeno demais, Charlotte e Noah logo descobrem que a linha entre o desprezo e a rendição é tênue - e que, para salvar a empresa, eles talvez precisem arriscar o próprio coração.”