I
izar a voz que ameaçava falhar. - Só fiz
no meu rosto, me desnudando, me julgando, exercendo uma dominação tão esmagadora sem pronunci
ão de estar minúscula diante de um predador
ulpe por
girei para sair antes que mi
voz dele cortou o ar
ei por cim
ão, a cabeça levemente inclinada,
fiquei fascinado por você? - Soltou um riso seco, desprovido
ma hora. Virei o corpo de fre
ho o menor interesse românti
largo parecia engolir a luz do sol. Parou a poucos centímetros do meu corpo, o cheiro de perfume amadeirado e perigo me envolvendo. - Você é
e homem fazia me
a postura, encarando-o de baixo para cima. - Se você só me acha atraente, ót
era uma ameaça física. - Seria um inferno absoluto
am tanto que cheguei a dar uma piscada mais ráp
um sorriso mínimo, sombrio e
xaria como um elogio? -
a que eu tenho p
o pé no chão, o punho fechado com tanta for
tinuar conversando com vo
to minhas mãos tremiam de puro ódio. Aquele desgraçado não precisava de armas para me desarmar; bastavam dois
*
LL
ha máquina, muito menos rosnar no meu rosto e sair pisando fundo. O sangue quente de Viola era
focar nos números de Nova York, quan
entrou pela porta de vidro, jogando uma maçã para cima e pegando no ar. - Não cons
os olhos
ter certeza de que todo mundo e
o de madeira, o queixo erguido, os olhos c
tes a mandar decepar uma cabeça. - Ninguém me controla. Nem o seu irmão, nem você, nem ne
a maçã na boca
se sentou no braço da minha poltrona. O calor do corpo dela me atingiu como uma descarga elétrica. Ela passou o braço d
resa, mas não mudei um único músculo do rosto. Curioso, decidi ver até onde a
lmões enquanto encarava Raiden de cima. - Já que eu vou ser a nova senhora desta família, sugir
subiu, a satisfação
ela, piscando duas veze
os para trás com um sorriso amarelo. - Vocês dois vão ser um
e sumiu pe
rpo de Viola ao meu lado travou. O peso do abraço fals
mas a minha presença a deixava à beira de um colapso de
as dela. Os dedos subiram devagar, alisando a coluna
do braço dela, a pele esquentando sob o meu toque. A rigidez do corpo
o me rejeitava.
, rente à cintura dela. - No dia do casamento, o mundo inteiro vai est
ue o normal, mas ela sustentou o olhar. - Eu sei ser uma exc
meus olhos na boca desenhada e carnuda dela, aproximando-me milímetro a milímetro, deixando o hálito
chou no pé da cadeira. Ela tropeçou, recuperando o equi
o e descendo descontrolado. - Eu
uem domina o terreno. - Mas não se preocupe. Não vou te forçar a nada. Eu vou te r
m tom escuro de raiva cega. A bo
, quase tropeçando nos próprios pés antes de disparar
ssoando no mármore. Puxei o ar, sentindo o ras
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