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Contrato com o Don

Capítulo 7 Até Eu Me Cansar do Seu Corpo

Palavras: 1279    |    Lançado em: 17/08/2026

nto t

falar em duração tornasse aquilo menos real, menos degradante, ainda que

respondeu d

ópria tinha acabado de admitir sem perceber, enquanto o olhar dele me percorria com uma lentidão

e obrigaria a ouvir a palavra sair da minha boca outra vez, ma

sar do seu corp

rce, sem rodeios, como uma sentença dita

estômago

foi ele ter

passo atrás, não ter reunido forças para

a tivesse apenas confirmado algo que já estava em ma

, mas a frase morreu

te, redu

o i

me mover, consciente demais do pró

ue quebrasse aquele momento, mas nenhuma palavra cons

ão re

come

corr

mplacável, como se a minha permanência naquele espaço fosse respost

aior não

e mim

r ali,

me af

xplicação que, no fu

mbrar de respirar, embora o ar parecesse mais pesado a cada segundo. Pegou numa garrafa de whisky, ser

lutamente seguro, que me irritou de imediato e, ao mesmo

com o perfume escuro que eu já associava à presença dele, e pe

rto que eu sentia o calor do corpo dele através do tecido, como se estivesse

ão f

, com uma voz baixa e firme

tom quase impercetível, não de desejo exposto, mas de controlo absoluto, como s

asso à frente, e a presença dele tornou-se esmagadora, ocupando tod

erdadeira convicção, consciente de que a palavr

veio mes

ãos tentaram empurrá-lo num gesto desordenado e inút

s per

lavra. Impôs-o com uma certeza tranquila, como se so

e todo o tempo do mundo e eu nenhum. A mão dele na minha nuca não apertava. Guiava, indicando com precisão onde eu devia estar, e houve

ão própria, deixando-me ali, suspens

lo meu rosto num gesto que não tinha nada de carinhoso, apenas

ensei que

ar afas

rpo,

is r

ordem, com a certeza aterradora de que tinha

mudou de imediato, deixando para t

receu m

ntei, sentindo a voz men

para a minha casa - r

o

i, incapaz de e

sse não deixou espaço para negociação.

esa e pousou as

ão nem hesitações - continuou.

levo? -

tences pessoais. Doc

minhas

oupas

To

, não de impaciência,

e roupas que um ho

to foi

um território marcado, algo que ele não adm

- comecei, mas

ncadas, para agradar, para ficarem

entra na

. Era posse limpa,

onha, mas de uma reação absurda e quente

- continuou. - O que nin

o fica p

ou-se na minha mente como um

cabar? - pergunte

ou-me com ate

deixo

ssa. Foi gara

gar para ficar, sem depender

a instalar-se, p

imou, não tocou,

pe

-me que desapa

que escolha - diss

ele fixou

e vem com

icou susp

rcado pelo beijo, a boca s

reza que me assustou, que

unca foi se

coragem de admitir q

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Contrato com o Don
Contrato com o Don
“Depois de cinco anos de casamento, Ivy é descartada pelo marido por ser considerada infértil. É então que Matteo DeLuca, o Don mais poderoso e temido daquele mundo, lhe faz uma proposta impossível de ignorar: tornar-se sua amante. Sem amor. Sem promessas. Apenas um contrato. Ivy terá dinheiro, proteção e uma nova vida. Em troca, deverá aceitar as regras de um homem acostumado a controlar tudo. Matteo esperava cansar-se dela. Ivy esperava odiá-lo. Nenhum dos dois contava que aquele acordo acabaria por transformar desejo em obsessão - e Ivy na única fraqueza capaz de colocar o império de Matteo em risco.”