no banco do passageiro, as mãos paradas
s naquele restaurante que você gosta",
a demais para recusar
ncarando-a por um bom tempo. Levando a colher aos lábios, tomou uma
o silêncio, seguido de risadas
bia exatamente quem era, sem se
icos - os mesmos que, ao longo dos anos, tinh
ontrou Roselyn rápido demais para ser coincidên
-esposa de Adrian...", disse ele em voz
ação estampada no rosto
a mesa delas e se sentou. "Então, qual é a histó
o vermelho de raiva. "Já chega, Raymond! Vo
dizendo o que todo mundo já sabe. Roselyn sempre foi um p
tomou o r
, olhando para Adrian por
que Raymond continuasse, e em
ndeu baixinho: "Na verdade, Raymond, você tem razão.
, e Adrian avançou até Rosely
lhor pensar be
ortou. "Não quero mais nada com você,
e se voltou para N
a porta se fechou atrás delas, Roselyn perdeu o equilíbrio. Um arquejo agudo esca
, as lágrimas transbordando. "Roselyn!
me leva para casa", implorou Roselyn, ofe
Roselyn o mais rápido que pôde e, na c
duziu com delicadeza até a saída. "Nina, preciso de um t
sto, Nina
desabou no chão e, só então, d
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