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Alemão: O Dono do Morro

Capítulo 5 A Inesperada Amizade

Palavras: 1481    |    Lançado em: 18/08/2026

ALIC

morado, e caralho, que idi

passo nem na port

va bem, como uma princesa, me le

ira briga, depois o primeiro tapa,

aceitar nada do que ele faz, mas vivo no p

nha. Sempre que eu pensava em ter

te mato e me mato depois, não du

a, se vai me mat

ome dele, não tinha um número de telefone, não ti

ida pertencia a um homem

uldade, andava com os meus livros sob o braço, assistia às

do. Uma sensação constante, incômoda

parei no mesmo rapaz de boné e jaqueta escura parado perto de uma moto do outro

li

roximação e tentou disfarçar, subindo na moto, mas

ntei, cruzando os braços e

s escuros, revelando um olhar duro, fechado, completamente diferente

impatia no

do você também? - mal humorado

ão está me seguindo há uma semana. O que vocês q

desceu da moto e se aproximou, mantendo uma distância. O

eu tô aqui nessa futilidade de Zona Sul, engolindo sapo de riquinho, é porque ele tem a mente blindada e achou que o teu ex-maluco podia tentar te apagar depois do esculacho na tua

e doeram, mas n

quando olhava para mim, uma menina

das garotas com quem ele cruzava n

be. Eu acabei de sair da faculdade e estou indo almoçar. Você vai subir, vai sentar na minha mesa e vai comer da minha comida. E a

ão, tenho mai

hos de novo com tanta força q

sperava aquela audác

do, Alice? - ele pe

o sotaque carioca e ele soltou uma risada seca, balançando a cabeça, o orgulho de cria

escaneando os quadros, o porcelanato e a vista com o mesmo desdém que o amigo most

laborado pra impressionar. Fiz um arroz solto,

verdade, s

americano, vigiando cada movimento

m copo de suco. Sentei logo em segu

ou. Vi o momento exato em que a guarda dele baixou um milím

ir caviar? - perguntei, quebra

ele respondeu, mastigando, a voz um pouco menos agressiva. -

omem de verdade, mas a manipulação dele me cegou. No dia que o Alemão atirou nele, eu não defendi porque amo ele. Eu fiquei em choque. Nunca tinh

verdade pela primeira vez. O olhar dele mudo

rrer mermo baleado? - ele p

olvo. Não sou fútil, Taliba. E não sou

um suspiro longo. O preconceito dele es

irmeza. O meu parceiro não é de errar o julgamento. Se ele mandou eu te vigi

oso que eu tive o prazer de

liba arqueou a sobrance

vado um também, papo reto. - Taliba respondeu, t

mudou completamente. Ficou mais suave, quase ter

rçar, mas percebi na hora que ele era completamente louco por ela. - O Alemão gasta até o que não tem pra

lidade dele tinha sumido por completo, substituída por uma cumpli

ocê está

rada e te coloco no camarote principal. Alemão vai surtar, papo reto, vai estalar os dentes de raiva quando

to, e a ponte pra reencontrar o fantasma que dominava os meus pens

vento babado? - respondi,

e deu o número dele saindo

que os murros de Felipe

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Alemão: O Dono do Morro
Alemão: O Dono do Morro
“''No asfalto, o teu namorado pode achar que é dono do mundo. Mas aqui em cima, a lei sou eu." Alice é uma patricinha italiana de classe alta, presa em um relacionamento tóxico que quase a levou à morte. Alemão é o temido chefe do Complexo, um homem sem rosto e sem nome para a sociedade, que resolve tudo no silêncio e na bala. Quando o destino joga Alice no caminho de Alemão, uma barreira perigosa é rompida. Ela precisava esquecer a dor e ele só queria saciar um instinto. Mas no jogo do crime e do luxo, o desejo é uma armadilha. Aviso: Uma história sobre dependência, libertação, possessividade e um romance proibido que vai queimar seus neurônios. • Contém violência, uso de drogas, gravidez e traição. Leia se não for sensível aos temas.”