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ONDE A LUA ENTERRA NOMES

Capítulo 2 🌕 Cap. 2: As Cinzas da Antiga Rejeição

Palavras: 774    |    Lançado em: 20/08/2026

ael

ndo que a Deusa da Lua me a

grenta de meu pai na Batalha dos Montes Cinzentos, a primeira coisa que o

ilaram diante do meu trono de pedra, ostentando p

ta gigantesca, impiedosa e faminta, ro

todas eram

ravado na minha alma quando eu ai

turno, chuva fresca

da pelo conselho da matilha como uma "aberração sem loba", ban

ada de Vargem Negra, o vento me tr

e, osso, curvas perigosas e uma postura desa

segurava uma adaga de prata com a pe

meu peito, fazendo arder as terminações nervo

nada comparada à tempestade de lux

s costelas de dentro para fora, u

la voltou!

to dela sob a lu

bre os ombros finos, emoldurando seus lábios carnudos e

dilatação de suas pupilas e a vermelhidão intensa que subia por seu pescoço de p

meu peito. - Está com medo de que eu rasgue a sua garganta com as minhas presas, ou está em pânico po

s sua voz falhou na última sílaba. O peito dela subia e descia em u

tível para olhos humanos, desviei

re as folhas secas sem que

tura fina com meu braço esquerdo, puxando seu corpo pe

colidindo arrancou um gemi

contra o meu, foi um golpe esmagador de

ra pe

rpo como se tivéssemos sido molda

ndo as costelas e pousando na linha delicada de seu maxilar, inclinand

a palma da minha mão calejada. Meus polegares acariciaram o contorno macio de seus lábios inferiores, sentindo-os estremecere

o com um ódio que só os corações mais p

va de uma menina assustada que a sua matilha jogou aos corvos,

am de lágrimas de fúria, vi sob o tecido rasgado de sua gola a cicatriz em forma

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 ONDE A LUA ENTERRA NOMES
ONDE A LUA ENTERRA NOMES
“🌹 Ela passou dez anos tentando esquecer o homem que a destruiu. 🐺 Ele passou dez anos tentando esquecer a mulher que nunca conseguiu deixar de amar. Lyra aprendeu cedo que algumas feridas não sangram. Algumas apenas permanecem abertas, escondidas sob a pele, esperando o momento certo para lembrar que ainda existem. Dez anos atrás, ela era apenas uma garota. A garota que amava Kael Draven. A garota que acreditava que o vínculo entre suas almas era eterno. Até ser rejeitada, humilhada e expulsa da única casa que conhecia. Naquela noite, Lyra perdeu tudo. Seu lar. Seu nome. Seu amor. E quase perdeu a si mesma. Mas a garota que partiu não existe mais. Nas sombras de Arcádia Noir, Lyra foi treinada para sobreviver. Aprendeu a mentir sem piscar, a matar sem hesitar e a transformar a própria dor em uma arma. Agora ela retorna à Vargem Negra por uma única razão: vingança! Vingar-se do homem que destruiu seu passado. Ele achou que ela estava morta. Ela jurou que ele a tinha destruído. Os dois estavam errados e quando a Lua finalmente revelar o que foi enterrado... alguns nomes serão lembrados. Outros serão apagados para sempre. E um deles pode ser o nome daquele que Lyra terá que matar. Dez anos atrás, ela foi rejeitada. Hoje, voltou para matá-lo. O problema é que o vínculo entre eles nunca morreu. Nem todo inimigo nasce para ser odiado. Alguns nascem para ser lembrados.”