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ONDE A LUA ENTERRA NOMES

Capítulo 5 🌕 Cap. 5: O Eco do Sangue Valkares

Palavras: 1322    |    Lançado em: 20/08/2026

ael

ada, ozônio e o aroma fascinante que emanava de Lyra, uma combinação letal de jas

ixaram-se nela, ignorando completamente os guerreiros de

o meu ser cl

, rugindo em fúria e possessividade, exigindo que eu rasgasse

me torturava era a a

trada pelas folhagens das árvores sombri

ela, um compasso descompassado que ecoava em m

rável que a Deusa da Lua esculpiu em nossas almas, lateja

arecia sugar o ar dos

ar ali, armada, di

dela, enterrar meu rosto em seu pescoço e implorar pelo perd

nos separaram, forçando uma falsa rejeição qu

a cicatriz que eu mesmo tentei curar com meu sangue, um

de escárnio desenhado em seus lábios finos,

nverno. - A espiã do Clã Noctharys fez o seu trabalho. Ela o trouxe diretamente para a noss

tava prestand

tinuavam trava

upilas dilatadas, a hesitação que nenh

companheira, a metade da minha alma que havia sido a

orando o rosnado de advert

cou o tecido da minha túnic

or física não era nada comparada ao fogo

ços se arrepiarem. - Se você acredita que a sua missão para os Noctharys vale mais do que o sangue que corre em nossas veias, se o seu lobo

penas pelo vento sussurrando segredos antigos ent

, apenas o calor irradiando de nossos corpos, uma gravid

s não era medo de mim ou da morte; era o

lo contorno do braço dela, sentindo a suavidade de sua pel

ulso dela, uma faísca de pura energia espir

de seu sono forçado, fami

e o rosnado que escapou do meu pei

gue se lembra do meu, Lyra. Sua loba está implorando para que você solte essa arma e se entregue ao seu Alfa. - Os olhos dela brilharam

da que rasgou meu peito mais do que qualquer prata jamais faria. - Você me baniu para as sombra

as foram como

iração que Eryon havia tecido ao nosso red

avia sido nublada pela feitiçaria sombria que agora eu co

a traição de Eryon estav

armas brilhando no escuro da floresta

corpo, girando nossos quadris para que minhas costas ficass

to rígido, enviou uma onda de desejo tão devasta

a possessiva, enquanto meu lobo uivava de triunfo por tê-la fin

ente para trás, expondo a curva perfeita de seu

e eu pude ouvir seu gemido baixo e sufocado, um s

ra seu pescoço. - E eu juro pela Deusa da Lua que destruirei cada mentira que nos se

o e perigoso, onde o vencedor levaria tudo e o

der milímetros, vacilando contra o meu peito à me

s parecia insignificante diante do mag

ao nosso redor, não per

que quebrou o transe febril e fez meu lob

rentar não apenas os guerreiros de ferro, mas os segredos sombrios que o meu

ergueu um pergaminho antigo selado com o sangue do meu próprio pai, sorrindo ao revelar

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 ONDE A LUA ENTERRA NOMES
ONDE A LUA ENTERRA NOMES
“🌹 Ela passou dez anos tentando esquecer o homem que a destruiu. 🐺 Ele passou dez anos tentando esquecer a mulher que nunca conseguiu deixar de amar. Lyra aprendeu cedo que algumas feridas não sangram. Algumas apenas permanecem abertas, escondidas sob a pele, esperando o momento certo para lembrar que ainda existem. Dez anos atrás, ela era apenas uma garota. A garota que amava Kael Draven. A garota que acreditava que o vínculo entre suas almas era eterno. Até ser rejeitada, humilhada e expulsa da única casa que conhecia. Naquela noite, Lyra perdeu tudo. Seu lar. Seu nome. Seu amor. E quase perdeu a si mesma. Mas a garota que partiu não existe mais. Nas sombras de Arcádia Noir, Lyra foi treinada para sobreviver. Aprendeu a mentir sem piscar, a matar sem hesitar e a transformar a própria dor em uma arma. Agora ela retorna à Vargem Negra por uma única razão: vingança! Vingar-se do homem que destruiu seu passado. Ele achou que ela estava morta. Ela jurou que ele a tinha destruído. Os dois estavam errados e quando a Lua finalmente revelar o que foi enterrado... alguns nomes serão lembrados. Outros serão apagados para sempre. E um deles pode ser o nome daquele que Lyra terá que matar. Dez anos atrás, ela foi rejeitada. Hoje, voltou para matá-lo. O problema é que o vínculo entre eles nunca morreu. Nem todo inimigo nasce para ser odiado. Alguns nascem para ser lembrados.”