quele corredor miserável fosse a entrada de um palácio. Ela estava com um vestido azul que parecia chique demais para aq
ueixo parecia feito para lembrar a qualquer um que ela se considerava melhor do
imentos e impulsos. Talvez fosse esse o motivo pelo qual ela nunca soube lidar comigo de forma equilibrada, sempre me medindo e nutrindo uma inveja enrustida e mal disfarçada
dos daquele desdém elegante que ela usava como joia - uma expressão
quela inveja mal contida e do veneno habit
ue qualquer palavra pudesse escapar pelos meus lábios. Seu comportamento e sua energia contaminavam qualq
rto a essa hora da manhã só pra vir com e
sseria não tinha surtido o efeito esperado; afinal, ela nem
voz cheia de sarcasmo e uma pitada de divers
intenção de ceder ou suavizar a atmosfera ten
ruquei, deixando claro que não pretendia me s
o se fosse uma emoção natural e sublime
se, sua voz carregando um tom de falsa in
capou dos meus lábios, uma reação rápida que denu
o meu quarto com toda essa cara de quem veio pronta para me irritar só para confirmar uma fofoca antiga e irrelevante. Então, para pou
se fosse exatamente essa a resposta que ela esperava arrancar
esse reclamar com quem te deu esse nome e, em segundo lugar, touché - sussurrou com um sorri
da seca, carreg
confirmar isso? Que patét
s lábios dela, como se tivesse alcan
por que o Zack finalmente se cansou de você - pr
o sentido que ela desejava. Em vez disso, so
migalhas do que nunca conseguiu ter inteiramente - retru
smo sabendo que poucas pessoas conheciam mel
eemência. - Como se todo mundo estivesse constantemen
- respondi fria
amente seu olhar percorreu meu corpo inteiro,
respondeu. - Nem tudo
seu tom. - Então, explica por que você entrou
sável, feita de farpas afiadas demais para serem chamadas de conversa. Era uma dança amarga e
bonita, delicada, refinada, a garota que parecia trazer a elegância de outro mundo. J
e usava quando se sentia superior. - Você destrói tudo o que toca e, dep
direção, e foi o bastante
s pior porque você passou a vida toda querendo o que é meu, mas nunca teve
que dividem o mesmo rosto e, ainda assim, se odeiam por saber exatamente onde do
ilou Ravenna, a voz repleta de desprezo. - E depois fica aí,
m rouco carreg
ocar se pudesse, não
Ravenna se sentisse corajosa naquela manhã, porque aquilo foi o limite para minha paciência. Agarrei seu pu
vadia - falei, palavra por p
que escapasse imediatamente. Os olhos az
ordenou, a voz saturad
seu lugar, porra - respondi co
ula, como se aquilo tudo fos
confundindo tudo, já que, pelo que sei, você ainda m
amente onde ela queria que doesse. Imediatamente soltei o pulso
meu quart
- provocou
ada, o tipo de calmaria que em mim sem
e arranco esse aplique de segunda qual
oisa também. Aquela inveja antiga, feia, impossível de esconder por completo, e não importava o quanto el
omo se pudesse apagar o mome
eu lado por muito tempo, aliás foi só
discurso feria profundamente, m
sarcástica - que o caminho já está totalmente l
afiadas e ensaiadas, mas, para minha surpresa, Ravenna lançou um último olhar carregado de desprezo, sustentou a
a porta e deixou escapar s
sua cabeça, e eu vou adorar cada segund
na parede fria e
vida inteira invejando a própr
uma expressão de raiva reprimida, antes de bater a porta com
esado de ressentimentos antigos, como se a atmosfera estivesse impregnada de um odor podre formado pelas antigas feridas que nunca cicatrizar
ssentimento inquietante que parece escorrer lentamente pela pele, como o silêncio pesado que a
, essas intuições trazem notícias ruins e, naquela manhã em particular, antes mesmo de cruzar a porta
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