- Gên
embora, ou era ele, ou um dos meus primos, e eu definitivamen
ei um pouco nervosa, porque apesar de não conhecê-lo, ele transmite uma energia b
qualquer homem falaria isso para conquistar uma
você não precisa se sentir oprimida, você tem seu direit
o temos direito de nada dentro das nossas famílias Valentin, se meu p
ixando nas suas mãos Arianna, a escolha é com você.
sar, teria até o final da noite para dar a resposta, não p
do agora não é mesmo? Estou com fome, e você? - mudei de assun
meu pai, não parecia ser aqueles homens que gostam de mandar, sem ao menos pensar na pessoa que e
ntos são validados ao lado dele, e por um momento, pode parecer emoção da minha parte, mas até agora, Valentin só me mostrou isso, que apesar de precisar de uma esposa e de um casamento par
pessoas estão lá também. - falo e ele caminha até mim, para do meu lado
ersando com outro homem que não seja meus irmã
deseja para si mesma, gostei de ouvir você tocar, aposto que vou gostar de ouvir v
pela minha barriga, a
ava morta de medo de uma vida futura com ele, e agora, estava caminhando até a sala de jantar com ele querendo saber mais sobre mim, não se ent
m tempo atrás isso era apenas ficção para mim. - eu mal saio de casa, completei meus estudos com uma professora particular, fui treinada minha vida inteira para ser submissa ao meu f
chamou de Ari, e o som que a boca dele faz quando chama dessa forma, deixou minha barriga ainda mais gelada por dentro, solto um riso nervoso e ao mesmo tempo confuso, por que eu não estava entendendo o porquê
de canapés, sou apaixonada demais, minha boca sali
que nossos pais levam? - indaguei pagando um canapés e levando até a bo
eu só saio dele quando a morte chegar. - falou como se aquilo não fosse nada, como se a vida dele fosse um mero brinquedo nas mãos dos mafiosos,
e por mais doido que seja, ficar ao lado dele não era uma coisa ruim, a conversa fluia de um jeito que eu não sei explicar, até
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