estava cheg
mas a música havia diminuído
spediam, seguindo para as saídas enquanto
ez disso, estava parada ao lado dele, tentando entender co
permaneci perto dele apenas porque
versas ficaram
bia ouvir sem transformar tudo em uma disputa e que consegu
da situação, não me tratou como uma
va sobre o casamento, era sempre ele quem muda
me incomodasse, ele estav
de eu ir. - ouço ele
ntender porque aquilo es
guns segundo
osta. - ele afirmou e meu peito apertou,
igo fazer isso
? - perguntou confuso
as condições. - mas uma vez fui s
u, absorvendo
sta não gostando da resposta, eu não queria ser pres
daguei ficando u
cê esperava? - ele
ssas famílias já decidiram. - deixei escapar sem ao me
só não podem decidir o que você sente. - fal
nte quando eu precisava de um m
lesmente seguir com o casamen
. - falou dan
minha vontade
, e aquilo me fez encará-lo novamente. - Mas n
ndaguei complet
pouco, mantendo uma
ada. - disse fazendo meu coração acelerar. - Se algum dia você ficar ao meu lado,
es, não consegui e
go dizer sim.- murmur
a simplicidade da resposta
e finalmente eu criei coragem de falar em voz alta. - eu gostei de passar essa noite c
gostei. - disse se
cara. - retruqu
ra? - perguntou
falei cruzando os braços com um leve biquinho,
tenha ganhado. - fal
ou. - tente
- indagou se aproximando um po
é realmente tão suportável quanto pa
virei os olhos, mas sorri,
hesitação, entrelace
que aquele gesto já nã
noite. - ele
anha, ele caminhou em direção à saída,
decidir hoje.- deixo
o salão vazio, sentindo uma inquietação
que me fazia querer fugir, só que ago
senti não foi alívio, foi saudade, E isso, definit
fastar do salão quando ouvi
Espere
e, era claro que aquela noite
pai parado no corredor,
mpanhada de outros membros da família que logo
conversar com v
nsada. - falei tent
precisamos resolver isso agora. - f
de boba e ele me encarou com
o. - foi rude e meu
eciso de tempo. - fal
ensar em uma resposta que você
le homem antes desta no
noite inteira ao l
r naquele baile! - falei alto ch
streitou
recer? - perguntou forçando
ado. - baixei u
isso? - indago
íntimo demais, e eu sabia que meu pai usaria qualquer demonstração de
i confusa e ele solto
ê sabe, sim.
guntando? - fui grossa e
oportunidade de escolher. - falou de u
ssada e quase ri de ódio.- De
io por alguns segundos,
ode se casar com seu primo. - falou como se fosse s
. - fu
a alternativa. - fal
ão. - bati o
unta veio rápida demais, f
orque só de imaginar passar o resto da vida ao lado do filho daquele homem eu sentia
o podia saber,
ro. - disse cansada daquela conve
precisa entender o que é melhor
gritei com raiva e meu pai d
voz para mim. - apontou
edor, respirei fundo, tentando recuperar o controle.- Eu passei a noite inteira tentando entender o que vocês esperam de mim, querem que eu ace
rmaneceu i
em duas opções.
com raiva, minha mãe me olhava aflita a
retrucou fazendo a raiva q
frente novamente, ele me encarou duran
olhendo desafiar sua própria f
u queria admitir, minha m
er você Filha. - fala defendendo
os olhos para meu pai. - Você realmente fari
ssário. - falou frio
u bem com o meu primo. - avis
a descoberto, Mas ele apenas continuou falando.- Nunca houve uma discussão entre vocês, Você sempre foi educada com seu tio e c
que precisava continuar, ninguém pod
famílias têm um acordo sólido e você passou a noite inteira ao lado dele sem sequ
o jeito como me tratou, as conversas,
e a me fazer sentir que aquela decisão realme
- avisei tentando en
reforçou fazendo meu
perguntei s
r pelo corredor, antes de desaparecer, voltou a falar.- E pense com cuidado, porque, se disser não a ele, eu mesmo m
a cheia e uma certeza incôm
sar, mas a outra op
u pai tivesse acabado de me colocar diante
temia, e o segredo que e
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