eu pretendia, depois de ouvir meu pai falando novamente se eu não escolhesse, o
frente, com os olhos fixos em mim
ou levantando da mesa, ele realmente surtou, somente porque eu queria tomar um café, an
pensar, ele se aproximou e apoiou os dois braços s
murmurou baixando um pouco a guarda, fazendo meu coração apertar. -
responder, passei a língua pelos lá
do espaço para respirar, meus irmãos e minha mãe olhava tudo calado
ta, querendo chorar.- Eu não amo nenhum deles! -
ue está sendo discutido
stante, sentindo a raiva
, eu já sabia o que estava sendo discutido, mas
da máfia, a aliança que precisamos manter. - listou
os... E eu? Quando alguém vai pensar no que eu quero? -
m silêncio por
or isso que estou deixando você escolhe
ra arrastou no chão quando me levantei parcialmen
os ardendo, enquanto tentava prender as lágrimas, não i
me novamente, baten
ianna. - me
nha vida como se eu fosse uma peça d
pirou fundo antes de continuar.- você vai escolher agora, Valentin ou seu primo, E, depois d
à minha frente, com
amente, leva
ent
io, a maneira como me olhava, a calma que ele man
queria aque
via colocado diante de mim, havia uma qu
, em um fio de voz, meu pai
omo se eu tivesse alguma outra opção
rt
e absolutamente nada,
falar apenas isso e e
ido. - falou levantando d
cebendo que, naquele instante, eu tinha acabado de
lentin não pareceu apenas o nom
que acabara de se torn
do o paletó. - Marcaremos um jantar entre as duas famílias, será lá que an
assim? - ind
.- Quero tudo organizado o quanto antes. - falou e olhou para meus irmão
empo, talvez soubessem que eu precisava daquele momen
o da cadeira e me en
ja apresentável no jantar, nada de escândalos, nada de discussões, você fez sua e
or vencida, ele assentiu e sa
ecendo pelo corredor até que a coz
à mesa, por alguns segundos
ndo entender como uma simples manhã ti
a mão dela t
rtou meus ded
u em um fio de voz e eu balancei a
o pela milésima vez, minha voz sa
a cadeira ao meu lado, passa
tivesse culpada e foi justamente aq
faz nada? - indaguei chat
sas que não dependem apenas daquilo que queremos. - falou o que semp
egundos, apenas sentindo o abra
ente fugiu da minha boca, minha mãe f
mília amaram os homens com quem se casaram antes d
melhor? - perguntei em um fio de
sto entre as mãos, limpando uma lágrima que escorria pela minha bochecha.- Nós nascemos dentro disso, as mulheres da nossa família a
u simplesmente tenho que
e não pode mudar. - falou como se aquilo fosse a coisa mais normal
segui segurar a pergunta d
um segundo, m
ez você ainda não consiga enxergar dessa maneira, mas casamento não precisa começar com amor, Às v
er nada? - ind
ruir sua vida mesmo assim. - suspirei fechando os olhos, ain
medo. - fale
r. - falou e eu fiquei al
- murmurei e ela riu, vendo qu
falou e eu finalmente me afast
guei nervosa e ela
er de verdade. - falou e eu olhei para o c
escolha não tinha terminado naquela mesa,
nciado, e eu já sentia como se minha
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