onsabilidade nos ombros. O dia seria longo, e
se transformara em uma batalha constante. As contas nunca paravam
teto eram os únicos ruídos. Havia dias que ele mal saía da cama. Mariana sabia q
de Dona Elisa era sua chance de al
lhar perdido na janela enquanto pensava n
ois de ajeitar a casa e terminar as pequenas tarefas,
eria cansativa, mas precisava continuar. Antes de sair, olhou para o pai mais uma vez. Ele c
es exteriores iluminavam a arquitetura clássica, e Mariana sentiu um l
sa abriu a porta co
a Mariana. O senhor Ma
ticado. Matheus logo a cumprimentou com um aperto
om a rotina noturna da minha mãe. Ela costuma ficar mais agitada
o o jardim pela janela. O olhar perdido em alg
itório. Mais tarde me retiro - disse Ma
que seria uma jornada desafiadora, mas es
mantinham ocupada, mas a tensão era constante. Patrícia, uma colega de trabalh
em ocupada, hein? - Patríci
Clara, sua amiga, logo perceb
? - Clara perguntou, se apro
riana respondeu, suspirando. - Mas, since
e parar - Clara balançou a cabeça, irritada. - Só porque você
eu um sorr
, Clara. Tenho coisas mais i
a ali há horas, lidando com emergências. O estresse n
istou Mariana. Sem hesitar, ele s
hospital. Residencial San Marco, quarto 215. A senha é 2450. Pe
rpresa, mas respo
Cer
o do hospital. O turno de Mariana continuou, mas a
io era discreto, funcional, perfeito para médicos que precisavam de um descanso
necessário para uma noite de descanso. Mariana pediu al
entrou, visivelmente exausto, mas sua expressão permanecia imp
seca, sem emoção. Ele se aproximo
se aproximou, puxando-a para perto. O toque era intenso, quase urgente. A tensão
municação necessária naquela noite. As respirações de
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