rário e cumpriu a promessa de jantar com ela.
nha, exatamente onde ele tinha deixado. A te
a ido lá antes. Caspian sempre dizia que era um lugar chato dem
o. O saguão tinha cheiro d
mota.
no el
briram no andar execu
ri
trás. Usava terno. Parecia mais alto, mais afiado. Os olhos cinzentos encontraram os dela a
go dela
e ia embora antes do amanhecer. Não tinha dado nome nenhum. Não tinha deixado que ele visse seu rosto sob a luz. Tal
Seguiu pelo corredor em direção ao escritório dele, os saltos abafado
iante da cena
uma madeira escura que parecia caríssima. A cadeira
lhos na frente dele,
mbros. Xiomara olhou para Caspian com a mesma expressão preguiçosa e satisfeita que tinha us
orr
guão de desembarque. Aque
ada para trás. Os olhos fechado
arada ali por
na diante dela. As mãos estavam firmes - firmes o bastante para surpreender a si mesma, firmes o bastante para registrar
a assinatura do a
naquele momento, frio e preciso, co
hou a porta com cuidado. Nem os
arcada na cabeça da Veyra ao sair do prédio. Só que, qua
cia
an na mão, já calculando quando acrescentaria aquela gravação a todo o resto que tinha
mudado quando ouviu um m
e por i
Ele guinou com força assim que ela se virou, apontando direto para a b
estivess
em tempo
uficiente para arrancar seu corpo do c
corpo - primeiro o quadril, d
ou um segundo para perceber
antes de tudo escu
conf
nha espaço de s
s
u para o cinza, e não
-
uma cama
a virou a cabeça, e todo o quarto se inclinou devagar, t
ala com velcro. Ele estava envolto em algo espesso. A c
Ela falou sobre a fratura, sobre a cirurgia. Disse que Veyra tinha
u como se tiv
a entend
ava muito rápido. Citou termos médicos: fratura deslocad
mbrasse de um detalhe es
manas de gravidez. O feto não apresent
a frase s
os lábios formando palavras, mas o cérebro tinha parado de traduzir. Tudo qu
áv
o Natal. Não desde que ele começou a chegar em casa d
ontas se
to como ele tinha tocado nela, como se estivesse a
sem
ia algo ali dentro. Uma pessoa. Um erro. Uma consequência
companhamento médico. Algo sobre não toma
ou de e
u muito quieta, encarando o
avia
com um homem que tinha deixado sua mãe morrer. Vivia em uma mansão que nunca tinha sido um lar. N
que a fratura consolidasse. Dep
e a si mesma que aquel
*
egou uma h
a para fora da calça. Os olhos vermelhos e úmidos. Parecia exatamente u
servou a
enxe
para encará-la. O jeito como ensaiou o tremor na voz. O jeito como c
disse que foi atropelamento com fuga. Estão procurando o carro. Eu
o diss
yra deixou. Estava cansa
falhou. Perfeitamente. "Quando o hospital l
ela. Mas não do jei
lhos, bochechas úmidas. Os lábios tremiam,
os, com a boca no pau duro de Caspian. As unhas vermelhas nas coxas d
a com ela",
cong
ntinuou ela, "seu pau estav
ertou a dela.
não... n
ela estava neutra. "Eu vi. Fu
inhou até a janela e ficou de costas, os
ação tinha caído. O que restava por baixo
ão me tocava. Dormia no quarto de hóspedes todas as noites.
cou enca
m monstro. Como se tudo que eu fizesse estivesse errado. Então sim, volt
ue tinha cortado
nenhuma. "Menti porque sabia que você iria embora se eu dissesse
o. Era algo menor e mais frágil, o último pedaço de si
a elevando a voz, "eu não teria sofrido assim. Xiomara não teri
a
oi seco, quebrado, e do
lhões de dólares com outra mulher enquanto meu jantar era só cereal. Porque olhou nos meus olhos e dis
briu
diga que foi um erro. Não
chou a
homem que tinha amado. Para o homem que tinha destruído sua vida ped
o divórc
ou completa
mo está no nosso acordo. Você me traiu. Tenho prova. Me dê
ilêncio por um
ão
e era o homem por baix
lhões de dólares de mim?" Ele balançou a c
cord
briu o rosto dela. "Você acha que eu não consigo pagar advogados melhores que os seus? Acha
mãe mor
ais um ano para ela. Talvez dois. Não salvaria ninguém. Você age como se eu tivesse desligado os apare
consegui
ar para responder, a
rto na mão. Olhou de Veyra para Caspian,
Identificamo
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