nte no ar. O vestido azul. O sorriso delicado e pintado. As mãos da minha
ei em dire
ciente. Meu corpo estava
o escritório, tão agudo e
lhaçou em cem pe
s. Parecia que minhas costelas estavam
na. Ela estava despedaçada, assim como a
ma premonição. Eu prova
olou pelo chão - e parou
andíbula de Dan
ela era leve. Carregada de
rompeu. A coleira que segurou min
animal que rasgou minha g
uanto agarrava o cabelo dela. Não tinha força para arremessá-la. Apenas
minha voz fraca e sem
minha bochecha, fazendo sangrar. Não senti. Só queria machucá-la. Q
oz de Dante
e pela cintura. Arrancou-me de cima de
ente e cegante explo
o peito arfando. "Olhe para você!
alar. Mas nada saiu. A
de novo. Mas desta vez, nã
som úmido e áspero, e sangue respingou
para a mancha vermelha se espalh
. A raiva desapareceu instantaneament
nclinou violentamente. O chão correu par
uridão nadou nas bo
ado. Ele me virou. As mãos dele e
pânico nos olhos dele. Um
, gritou ele para
enas assistindo meu sang
o teto. Est
surrei. Minha voz saiu borb
eixei a água escura
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