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A Luna Rejeitada por Ele, Desejada pelo Rival

Capítulo 2 Dois

Palavras: 1899    |    Lançado em: Hoje às 01:08

a cidade parecia te

se uma

io compravam café. Uma mulher de casaco vermelho ria ao celu

pasta preta sobre os joelhos enquanto observava a luz

ao meio. Alfa Sebastian Hale não havia sido atingido

raições não afetavam a

O assunto era simples: "Acordo Formal de Sep

o celular e leu a primei

a, fria e quase eleg

s obrigaçõe

a Hale. Separação de bens. Extinção da autoridade

reduzidos a cláusulas e

, penso

m enfraquecido. Aquele

e voltou ao apartamento que havia dividid

aquele lugar de lar

silêncio que prédios

chão da sala. Perto da porta, um par de sapatos de

r um segundo a mais ant

evou menos tempo

arados por cor, camisas dobradas com precisão militar, relógios guardados em caixas de veludo e gravat

boratório e os poucos suéteres que havia comprado com o próprio salá

canto. Os frascos caros de produtos de higiene de Alfa Sebastian dominav

ro a

a cabia em duas

as para o pequeno apartamento do outro lado da cidade, comprado com o salário de

quadrados. Aquecimen

era

a soava

e

água quente cair sobre a nuca até a pele ficar rosada, mas nem

quase todas as roupas tinham sido levadas. O cabelo mol

a frente

rada do quarto, ainda com uma das mãos apoiada no batente. Vestia um te

parede, o cabelo molhado de Eira,

Ei

ome em voz baixa,

o ar quente se ergueu entre os dois e ocu

gu

a percebeu pelo reflexo. Primeiro, o maxilar d

m, ele se

aixo dele, ela pensou ter sentido o m

fosse

se cruel o bastante

a mão até a

dor se

inha arrancado o

moveu u

mo instante, ela virou o rosto, e a boca dele p

esado tomou c

e evitando? -

u o olhar del

Si

a Sebastian pareceu

aquele tom. Sempre tinha se adaptado. Amenizado as situações. Inve

ram seu queixo e a fo

queria que eu

de Eira se curvara

s era

u cortante. - Agora eu encosto e

neceu em

mudou. A suspeita surgiu em se

outra

o enc

eiro de outra mulher. Tinha chamado Eira de inofensiva, ú

eira conclusão era qu

o absurda que cheg

direito de me faz

e intensificou, tornando o cedro forte e cortante. Espalhou-se pelo quarto como uma rede inv

de sentir a pressão de um Alfa, ma

dentro dela para se dei

continuou

ovocá-lo mais do

e comigo

ele agarrou seu pulso e

bast

que abafado. Ele a empurrou sobre

não e

arrepe

lmente procurava a esposa

que ainda detinha aquilo q

ira, mas a raiva foi mais rápida. Ela dobrou o jo

m grunhido. Por meio se

bast

, levantou-se e deu

af

oi níti

ou a cabeça de Alfa

o, nenhum dos

ele re

ça virou com o impacto, e o gosto de ferro i

ão gr

caíram mesmo assim.

ágrimas finalmente tivessem alcançado uma parte de

ra,

rmitiu que

, pegou o celular e o documento e saiu descalça. Alfa

gulho o tiv

z a c

não conseguisse acreditar

r se fecharam antes

igava seus pés. Um homem parado diante de uma loja de conveniência enca

tinuou

ainda mais. E se recusava a e

cinza-prateado, reluzente em

Ster

o nome. Todo

propriedades de luxo usadas pelas alcateias poderosas qu

trou no

passou pelo cabelo molhado, pelo cobertor,

o menos, não fez a

Eira, com a voz ro

o check-in

a direita. Se precisar de assistênc

bri

até o elevador. As portas quase se

abriram

omem do la

radas. Cabelos pretos, postura serena

osto de Eira, por seus pul

viu

u o bastante para

ela, deixando entre os dois mais

nda assim, um vestígio atravessou

nt

. Li

s frescas

então Eira percebeu que não tinha

ar? - perg

imo o

lo painel e apertou o botão. O el

-chave entre os dedos

ido nela. Não demonstrou pena. Não tent

eu ali, imóvel

ecia menos perigoso do que qualquer con

i

am no décimo oitav

bri

e n

olhou pa

colocou a corrente e ficou parada

ortinas cinzas, escrivaninha, abajur e uma gar

um c

cheiro

e sapatos ju

cama e pressionou a palma da

campainh

icou

ivesse encontrado, nã

dro sobre a escrivaninha. Devagar, Eira a s

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A Luna Rejeitada por Ele, Desejada pelo Rival
A Luna Rejeitada por Ele, Desejada pelo Rival
“- Sem loba. Sem família. Inofensiva. Útil. Assim que eu terminar com ela, o título de Luna será seu. Eira Crawford ouviu cada palavra através da porta do escritório do marido. Durante quatro anos, tinha sido a companheira que Sebastian Hale mantinha escondida. Cuidava da casa, lidava com a família dele, arrumava a bagunça que ele deixava e vivia dos três mil dólares mensais que ele lhe jogava como esmola. Até para comprar um casaco novo precisava dar explicações. Para a amante, porém, Sebastian tinha liberado trezentos mil dólares para financiar uma pesquisa sem pestanejar. Aos olhos dele, Eira não passava de uma Ômega órfã e sem loba. Uma esposa dócil e obediente, sem alcateia, sem poder e sem qualquer valor além da própria utilidade. Sebastian nunca a tinha apresentado em público como sua Luna. A família dele a tratava como empregada. A amante zombava dela, dizendo que Eira era o tipo de mulher que só sobrevivia pendurada em um Alfa. Então Eira deixou de chorar. Gravou a traição, rompeu o vínculo de companheiros e colocou os papéis do divórcio diante de Sebastian. Mesmo assim, ele achou que não passava de encenação. Assinou sem hesitar, convencido de que ela voltaria rastejando assim que percebesse que ninguém desejaria uma Ômega rejeitada e sem loba. Ele estava errado. A mulher que tinha deixado em casa lavando pratos era formada em engenharia elétrica por Stanford. A esposa "inútil" que ele desprezava era, em segredo, a engenheira-chefe por trás de um projeto estratégico nacional de microchips com tecnologia de ponta própria. Sua identidade era protegida. Seu desaparecimento poderia colocar as autoridades federais em alerta. Bastava seu nome vir a público para sacudir toda a comunidade científica. E Sebastian não fazia ideia de nada disso. Depois de deixar a casa dele levando apenas a própria liberdade, Eira cruzou o caminho de Killian Sterling, o Alfa mais frio e poderoso do norte. Ele ainda não sabia o nome dela, mas seu lobo viu nela o que ninguém mais havia conseguido ver. Enquanto isso, Sebastian finalmente percebeu que Eira falava sério. Ele vasculhou a cidade inteira como um louco. Pela primeira vez em quatro anos, chamou-a publicamente de esposa. Exigiu que voltasse. Implorou por mais uma chance. Mas Eira já não estava em casa esperando por ele. Estava sentada à mesa de jantar da Alcateia Sterling, irradiando uma serenidade silenciosa, enquanto o Alfa mais temido da América do Norte permanecia ao seu lado. Diante de todos, Killian Sterling pousou a mão nas costas dela e declarou com frieza: - Eira não é a Ômega descartada de ninguém. Ela é minha Luna.”