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A Luna Rejeitada por Ele, Desejada pelo Rival

Capítulo 6 Seis

Palavras: 1152    |    Lançado em: Hoje às 01:09

sabe que eu

a só prepara comida par

ra de

Mi

se aproximar e se sentar à sua frente. Não

as

adecer? - pe

chinelos de ontem

r um dos

bom. Já agradeci pelos

stivesse prestes a sorrir, mas tivesse deci

ém um contr

de uma família inteira. Cada favor concedido, cada dívida co

ce tra

s da cozinha. - O pior é quando o dono do

s que ela pudesse se conte

u uma cozinha, não um

- respondeu ele. - A cozin

cou em

ão

da baixa, rouca e genuína. A primeira

se ela. - Então

o olhar dela p

Ót

s fatiadas que ela não tinha pedido. Eira comeu sem se preocupar em par

dois não exigia nenh

o era t

n estendeu a mão para pegá-la, mas Eira col

u as sobr

ria - lembrou ela. - Não

ausa, ele se rec

Ju

r uma tigela de sopa foi mais satisfatório do que r

e apressou em fazer o mesmo nem tentou acom

te, Sra.

ite, Sr.

ficou um pouc

eceu um sorr

fe, l

te, Eira voltou

abriu a po

a no sofá, vestindo um r

ente tinha pass

que nunca tinha cozinhado um único dia na v

gava a ser

ava tanto que, durante a reforma do apartamento, proibira uma cozin

com a porta fechada para impedir que qua

uela regra só

cozinha, cheia de orgulho. - Agora você entende, Ei

m sorriso d

ue ele usou a

ixando as palavra

stituta.

- Você está pedindo que

fusão passou pelo

xpressão arrogante e

er. É só uma q

pondeu Eira.

. Queria mesmo que ele a

uela resposta. Ficou imóvel, sem

inha carregando uma xícara de chá de hort

tes mesmo que Eira pudesse perguntar. - Estou pr

r. Provavelmente era a primeira vez que segu

a. Que se

a xícara direta

compressa fria. E

o quente que Eira ma

u de canto, como se estivesse

obriga

ícara, e Serena l

co. Algumas gotas de chá re

i

e para formar u

como se tivesse sido atingida por óleo fervente, e r

s. Mais rápido do que uma

Ai

seu pulso para examinar a mão e, em s

e acon

espondeu Eira, sem qu

o acre

na. As poucas gotas de chá continu

ncarar Eira, com

z isso de

cinco p

rgunta. Ne

e decidiu que E

a xícara à mesa. A xícara pouso

Sebastian, S

ara lá... Nem está d

emeu na me

agou o último resquício de dúvida q

aiu baixa, como um ver

ão se

para pedi

ndos, o ar pa

"desculpas" na boca dele pareceu ain

sse ela. - Vou

dele relax

que acabou de deixar sobre a mesa.

Ei

e lev

do o chá no r

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A Luna Rejeitada por Ele, Desejada pelo Rival
A Luna Rejeitada por Ele, Desejada pelo Rival
“- Sem loba. Sem família. Inofensiva. Útil. Assim que eu terminar com ela, o título de Luna será seu. Eira Crawford ouviu cada palavra através da porta do escritório do marido. Durante quatro anos, tinha sido a companheira que Sebastian Hale mantinha escondida. Cuidava da casa, lidava com a família dele, arrumava a bagunça que ele deixava e vivia dos três mil dólares mensais que ele lhe jogava como esmola. Até para comprar um casaco novo precisava dar explicações. Para a amante, porém, Sebastian tinha liberado trezentos mil dólares para financiar uma pesquisa sem pestanejar. Aos olhos dele, Eira não passava de uma Ômega órfã e sem loba. Uma esposa dócil e obediente, sem alcateia, sem poder e sem qualquer valor além da própria utilidade. Sebastian nunca a tinha apresentado em público como sua Luna. A família dele a tratava como empregada. A amante zombava dela, dizendo que Eira era o tipo de mulher que só sobrevivia pendurada em um Alfa. Então Eira deixou de chorar. Gravou a traição, rompeu o vínculo de companheiros e colocou os papéis do divórcio diante de Sebastian. Mesmo assim, ele achou que não passava de encenação. Assinou sem hesitar, convencido de que ela voltaria rastejando assim que percebesse que ninguém desejaria uma Ômega rejeitada e sem loba. Ele estava errado. A mulher que tinha deixado em casa lavando pratos era formada em engenharia elétrica por Stanford. A esposa "inútil" que ele desprezava era, em segredo, a engenheira-chefe por trás de um projeto estratégico nacional de microchips com tecnologia de ponta própria. Sua identidade era protegida. Seu desaparecimento poderia colocar as autoridades federais em alerta. Bastava seu nome vir a público para sacudir toda a comunidade científica. E Sebastian não fazia ideia de nada disso. Depois de deixar a casa dele levando apenas a própria liberdade, Eira cruzou o caminho de Killian Sterling, o Alfa mais frio e poderoso do norte. Ele ainda não sabia o nome dela, mas seu lobo viu nela o que ninguém mais havia conseguido ver. Enquanto isso, Sebastian finalmente percebeu que Eira falava sério. Ele vasculhou a cidade inteira como um louco. Pela primeira vez em quatro anos, chamou-a publicamente de esposa. Exigiu que voltasse. Implorou por mais uma chance. Mas Eira já não estava em casa esperando por ele. Estava sentada à mesa de jantar da Alcateia Sterling, irradiando uma serenidade silenciosa, enquanto o Alfa mais temido da América do Norte permanecia ao seu lado. Diante de todos, Killian Sterling pousou a mão nas costas dela e declarou com frieza: - Eira não é a Ômega descartada de ninguém. Ela é minha Luna.”