oi embora, Averie não
iosa, sentindo o tapete macio e felpudo sob os pés,
onhecia. Lá, ela se serviu de um líquido âmbar num copo de cristal pesado, achando que era u
ia ligar
es de segurança que sua madrasta
que tomas
m estranho e isso era apenas um acordo. Mesmo assim, ela não con
o trânsito noturno. Ele usava um boné escuro, com a aba baixa para esconder seu rosto. No banco do passageiro, havia um tablet exibindo um e
reston Hayes estava preso
io em frente aos portões da mansão Stein, onde estava há horas. A raiva i
as só caía na caixa postal, e mandou mensagens até s
pagarem, uma a uma, até que apenas algumas luzes de emerg
onado por uma esperança desesperada e de última hora, caminh
mordomo ecoou pelo aparelho, e alguns m
sada no rosto. "Preston? O que está fazendo aqui a essa hora?" Seu tom era frio, mas um lampejo de
ltou para casa?", Preston
embora ele esboçasse um sorriso fraco e tenso. "Também não conseguimos falar com ela, mas tenho certeza de que
uma alegria mal disfarçada. "Talvez ela esteja com outra pessoa, Preston
favor, perdoe Sabrina. Foi uma noite longa para todos. Mas talvez seja melhor você ir p
lavras vazias de "preocupação", com seus tons comedidos e educados, antes de deixar claro que ele deveria ir embora. Ele
unho no volante, a dor aguda sendo uma distraç
ue havia parado silenciosa
eno drone, quase invisível, pairando no alto da ru
ca de Preston na porta, ele o viu vo
lábios de Fielding, como se fosse um predador obser
que o motor do Aston Martin
igou o motor do seu carro. Ele olhou para o celular, para as anotaçõ
es, antes de seu pai levá-los para Nova York, ela tinha um esconderijo parecid
o do seu passado, era um trunf
saiu do carro, como uma sombra se destacando das sombras mais profundas da noite. Com a gra
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