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Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário

Capítulo 6 Sem namoro, sem pedido, sem noivado, sem beijo sem nada.

Palavras: 1222    |    Lançado em: 19/10/2026

CHAR

a chamada. Logo em seguida, o bipe da

no estacionamento. Peguei a minha bolsa pesada, cheia de maços de dinheiro, ajeitei o casaco preto largo sobre o corpo pa

os dois voltassem para a mesa, sumind

do hotel. Eu precisava me livrar daquela carcaça de

e me tranquei no banheiro. Tomei um banho demorado, deixando a água quent

ratantes e passando óleos perfumados pelos braços e pernas.

ernas, a minha própria mente começou a

ns, Ch

e um

ue controlavam até o tempo do nosso suspiro. Depois, engoliu mais dois anos enfiada em uma facul

a vida inteira estava bem ali, refletido no

s Unidos das últimas três décadas, resolver equações complexas e pro

manas pareciam escritas em u

o manter uma conversa simples ou deci

e crédito da família no Brasil, o meu último pensam

omo eu p

ão e nem precisa de relações

as coisas gostosas que eu não tinha direito na infância. Eu estava presa em uma adolescência atrasada porque

importava porque tinha um

do na calçada parecia um estudo ant

de economia por Design, falsificando a assinatura d

iar o meu pai e o meu avô e essa deci

ntas, ningué

ou conseguir? - praguejei bai

desajuste estava

iálogo normal. Michael, um garoto de quem eu gostava no passado, tentou me beijar

conceito envolvia s

icos e zero ficção. Eu tinha me tornado

completa fracassada com

ir de casa para c

egundo. Minha mãe certamente estava me jul

o, encarei o meu

das mechas em tons de roxo e azul-elétrico. Ajustei a pequena argola de prata no meu n

moldava cada curva do meu corpo e que trazia uma fenda generosa subindo pela coxa esquerda. Encarei as minhas fo

que f

arcava a linha da minha cintura antes de descer pela fenda. Eu nunca tiv

aculdade particular ou do internato na Suíça, eu sem

sava pagar para alg

na minha cabeça. Aos vinte e um anos, a maioria das mulher

ontravam o

m um trauma para

am apenas uma re

de casa para co

Ia simplesmente pular todas as etap

sem beijo, sem frio na barriga e sem

e um clube noturno falar: Boa

tava com força. Conferi o conteúdo mentalm

maços. Documentos

ara encontrar um companheiro fosse tão dife

casa. Além disso, eu mal dominava a tecnologia básica depois de passar anos isolada dentro de um castel

e caminhei em d

atravessar o ba

fazendo meu estômago dar um nó incômodo. Cas

sentindo o impact

o completamente d

e isolada do mundo exterior não tinha me oferecido exa

a da minha bolsa cheia de notas e saí do quarto, decidida a en

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Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário
Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário
“DOIS CAOS COLIDINDO EM UM CASAMENTO NASCIDO DE UM MAL-ENTENDIDO. ELA QUERIA UM MARIDO DE ALUGUEL PELA LIBERDADE. ELE PRECISAVA DE UMA NOIVA DE FACHADA PARA PEITAR A FAMÍLIA. Para fugir do noivo prometido, ela decidiu se casar com o primeiro desconhecido que encontrou na noite. Charlotte Fronckowiak tem vinte e três anos, um corpo cheio de curvas e uma rebeldia alimentada pelo abandono da família. Quando seu pai tenta obrigá-la a assinar um contrato de casamento com o herdeiro oculto do império Zeiberg para salvar a holding da falência, ela cria o plano de sabotagem perfeito: encontrar um marido de aluguel no submundo para anular o arranjo pelo crime de bigamia. Com a bolsa cheia de dinheiro vivo, ela invade a Erotic's Boys disposta a contratar um gigolô. Arthur Aguiar Montez quer distância do luxo. Ele apagou o sobrenome Zeiberg do registro legal, esconde o dinheiro da mãe controladora e gerencia o balcão da boate no Quarto Distrito. Quando recebe um ultimato para se casar com uma herdeira rica, ele decide encontrar uma noiva de fachada para recuperar sua liberdade definitiva. O destino joga os dois no mesmo balcão. Charlotte bebe além da conta, é assaltada na calçada e desmaia nos braços do barman arrogante e sem camisa. Sem dinheiro e sem rumo, ela propõe um casamento no papel. Ele aceita o trato de graça para peitar a mãe. Eles assinam os papéis sem saber que estão casando exatamente com a pessoa de quem tentavam fugir. Agora, sem luxo, falidos e dividindo um teto modesto no Quarto Distrito, eles vão viver o pior perrengue de suas vidas. Ela acha que comprou um gigolô. Ele acha que salvou uma patricinha desastrada. E O LEITOR VAI DESCOBRIR QUE O CASAMENTO PERFEITO NASCE DO CAOS MAIS ABSOLUTO.”