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Pamela

Capítulo 2 Drama trágico

Palavras: 1113    |    Lançado em: 17/12/2021

bados e domingos conseguia um extra. Apesar do meu apartamento ter uma péssima aparência era aconchegante. Liguei o som e nas pontas dos pés comecei a dar um jeitinho na minh

uma manias no privado. Não aparentava ter meus vinte e oito anos, devo confessar que amava um estilo mais alegre e menininha. Costumava ficar descalça no apa

onsertar isso. - resmunguei, pu

nei-me até a panela e joguei óleo, colocando no fogão em seguida. Aguardei que esquentasse um pouco e abri o pacote do milho de pipoca, colocando um pouco nela e tampando-a. Com

aracujá que tinha feito mais cedo. Ouvi da cozinha o toque do meu celular, conseguia até imaginar quem era, com certez

sorrindo. Meu pai Sebastião começou a tremer o ce

- berrou, ignorando a pergunta que havia lhe feito. Caí na gargalhada com o je

rto. Ela era bem vaidosa, esperava c

dando um leve empurrão no meu pai. Pamel, era o

nheiro batendo uma? - brinquei. Mamãe comentou uma vez

e dando cabelos brancos! O garoto é um rebelde... - não me

enfiando o olho na lente da câmera do celular. - Filha, quando vem

e. Gostava do seu cheiro de graxa por conta do trabalho na oficina. Ele trab

ai! Não tem porque ficar chateado! Sabe que onde estou te

dar um jeito nos cupins do seu apartamento? - mordisquei os lábi

to e mal sobra tempo pra qualquer outra coisa... -

mal à saúde! - disse ela, pronta

de vídeo. Retornei para a cozinha e comecei a devorar a pipoca ali mesmo, tomando também todo

me acalmar. Quando era criança sonhava em ser estilista de moda, imaginava mulheres maravilhosas usando meus looks em todos os lugares. Nunca parei de desenhar roupas incríveis que nunca sairiam do papel. Por que nunca ousei tornar ao menos um dos de

vestidos de noiva, eram todos vestidos que possivelmente usaria no meu casamento um deles. Eu era muito solitária e por isso entreguei-me semp

- murmurei, fec

dernidade. Acontece que depois do prazer sempre veio a culpa, infelizmente eu não era aquele jeito, por mais que tentasse ser. No entanto, estava magoada e

ito com minha cabeça. Me sentia uma fracassada por não ter conseguido nunca manter um relacionamento. Por que tudo tinha qu

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Pamela
Pamela
“Pamela Campos, uma fisioterapeuta sem papas na língua, vive cercada por situações embaraçosas. Que culpa ela tem de ser tão, como posso dizer, atrapalhada e bem desbocada? Após o término do seu último relacionamento ter acabado mal, ela não queria saber de nenhum outro romance que pudesse fazê-la ficar cega e dependente de alguém outra vez. Não foi por acaso que conheceu Theo Albuquerque, um homem depressivo e grosseiro. Não houve nada de destino e sim, as circunstâncias juntaram os dois. Ela não acredita mais no amor. Ele isolou-se do mundo. Em um tratamento sem pé e nem cabeça vai transformar a vida desses dois. Convido-os a conhecer esse romance bem-humorado/dramático.”
1 Capítulo 1 Minha vida2 Capítulo 2 Drama trágico3 Capítulo 3 Mais um dia4 Capítulo 4 Novo trabalho5 Capítulo 5 Paciente cretino6 Capítulo 6 Doida varrida7 Capítulo 7 Incidente8 Capítulo 8 Disfarce da vergonha9 Capítulo 9 Pobre coitado10 Capítulo 10 Ciúmes 11 Capítulo 11 Pamel12 Capítulo 12 A razão ou a emoção 13 Capítulo 13 Insegurança14 Capítulo 14 Sentimentos15 Capítulo 15 Confusão16 Capítulo 16 A hora certa17 Capítulo 17 Satisfeita18 Capítulo 18 Muito apaixonado19 Capítulo 19 Família20 Capítulo 20 Epílogo