u-se na cama pela quarta vez, incapaz de pegar no sono. Algo dentro dela parecia inquieto, pulsando como se
ilhante que parecia maior do que o normal, cercada por estrelas que cintilavam como pequenos cristais. O b
nvidativo. Um calor inexplicável cresceu em seu peito, e ela não conseguiu desviar o olh
nsa, os galhos se partindo sob seus pés descalços, o vento batendo em seu rosto. Ela podia sentir o cheiro da terra, ouvir os sons dos insetos e
te, Luna deu um passo para
rrou para si mesma, pression
escuridão a fez hesitar. Porém, o desejo de estar sob a luz da lua era quase irresistível
ção. Parecia um sussurro vindo do corredor. Ela
ncer, mas sua mente, já inquieta, pa
ando abriu novamente, algo chamou sua atenção. No limite do jardim, entre as som
ro dela que ela mesma desconhecia. Era assustador, mas também... intrigante. Luna sentiu uma mistura de med
sso. - Sussurrou para si mesma, abraça
ir. Uma figura imponente, de pelos cinzentos e esbranquiça
por que parecia tão focado nela? Luna não conseguia entender, mas sentiu que aquele animal sabia mais do que
rio da noite a envolveu, e ela avançou até o alpendre, como se atraída por aquel
ontecendo...- Murmurou, i
a distância entre eles. Por um momento, os dois apenas se encararam. Havia algo naqueles olhos âmbar que a fazia e
ão houve som de folhas ou galhos quebrando. Ele s
ra o mesmo lugar. O jardim estava vazio. Nenhuma silhueta, nenhu
ossíveis. Talvez fosse o cansaço. Talvez ainda estivesse so
randa e trancou-a, como se isso pudesse mantê-la segura de qualquer m
continuavam grav
de olhos âmbar voltava à sua mente como um eco persistente. Ela se mexia inq
tom de voz em sua mente não tinha convicção. Algo dentro
a se levantou devagar, sentindo as pernas pesadas e a cabeça latejando de tanto pe
na calmaria da manhã. Mas então, uma batida
se, ainda um p
carregava a mesma postura firme e controlada de sempre, mas havi
guntou, sua voz grav
Luna, tentando evitar a conversa
ar atento parecia captar
o depois do café da manhã. Há algumas
pensou Luna, revirando os olhos inter
Decidiu se vestir e descer para o café da manhã, mas a lembranç
com detalhes talhados em madeira escura. Havia uma atmosfera pesada no ar, co
ssão séria. - Esta casa e esta cidade... não são como os lug
sentindo um tom de ale
- perguntou, tentando
, como se estivesse escolhe
ialmente à noite. E evite interações desnecessárias com
fortável. Ele parecia estar escondendo
... Mas
o, Luna - respondeu, sem dar
cidade parecia mais estranho a cada instante, e agora
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