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Te Amaria, de qualquer maneira.

Capítulo 3 Minhas amigas

Palavras: 2878    |    Lançado em: 21/10/2022

ende e fico sem reação. Retiro minha mão e

conturbad

ra sair ele me se

u. Vou te levar para

ando e parando bem próxi

de fazendo gesto gentil com

ver onde vai d

ardo? ─ pergunta o motoris

e estivesse mal-intencionado não perguntaria meu endereço já que me encontro dentro do s

upação, outro trabalho? ─ ele muda de po

encomendas de doces para complementar

ar de quando era estudante e sorrir. Como pode ficar ainda mais bonito? Me perco por um m

til, sou formada em pedagogia ─ di

amente

l que se inicia a influência positiva ou negativa do desenvolvimento educacional. Além de outr

onhecedor no proc

para sabermos cuidar da nossa saúde, sabermos nos relacionar, nos respeitar, c

ção social. E para mim, especificamente, ensinar é um a

al, somos um holding que controla participações em diversas empre

mportante o

e da sua empre

hares

m ele sobre alguns projetos sociais e participações em eventos importantes no país, li uma vez que ele fez fortuna mesmo sendo de uma família rica. Me sinto ain

─ pergunta me fit

m muita convicção. ─ O

er nascido e aqui ter minha residência fixa, meus p

m volta e vejo que já esta

ntileza me t

esse tempo a

momento não consegui descobrir se ele está dando em cima de mim ou se

que você é uma pessoa rara de se e

devo parecer um ser de outro planeta par

mo tantas outras. Minha vida é simples e sem tanta emoç

ta em conhecer e reconhecer pessoas do bem e do mal, interessantes e desinteressantes e tantos outros adj

ias. O que você sabe trata-se de uma análise superficial feita em uma situação pós-traumática de um acidente de

ostram. Estou certo em meu julgamento, disso eu tenho convicç

cer desse carro o mais rápido possível, ele me constrange ao mesmo tempo que sua aparência e perspicácia me i

quis conhecê-la um pouco mais, se isso a con

ue ele pare, mais também quero que contin

inha casa. Aproveito para lhe agradecer

mente por isso. ─ Se despede com um beijo no rosto ao mesmo

us Ri

brev

sair de perto de sua presença, mas o estranho é

tros rapazes bonitos e esse sentimento nunca apareceu. Está certo que sua beleza é fora dos padrões n

va aberta pelo motorista. Olho

a chave. Por que não a guardo se

ergunta e me oferece o

a chave ─ falo sacudindo a mesma

isso? Ele quer entrar? Por qual motivo? Be

ão poderei lhe dar a atenção necessária ─ falo de

tro dia. ─ disse sem graç

preciso entrar. ─ Aperto sua mão p

Por que ele insiste em dizer até mais, c

ão da minha casa, ao fechá-lo es

mente, falta saber se a cliente aprovou os doces providenciados por ele. E ele, será que realmente isso aconteceu? Esse homem estava interessado em mim? Acho que n

o que não! Mas deixa pra lá, passou! Pelo menos não terei que lidar com ele novamente até a entrega d

er como anda as coi

Carolina vem corren

le clarinha, cabelos negros lisos e olhos castanhos claros, é muita esperta para idade e apa

l resistir aos seus encantos, dou-lhe um abraço bem ape

emas de audição já que barulho alto é o ponto forte dele. ─ Clara, m

acinhos para eu pegá-la. Sophia tem 1 ano e se parece muito com a irmã, seu cabelinho também é n

igas. ─ Clara sorri, visivelmente

ga, deu tudo certo

acidente no caminho. Um carro colidiu com o meu e minh

? Machucou? ─ Vejo que ela ficou preocupada e e

consigo me sentar um pouco e fico alisando o cabelo da Sophi que está com carinha de sono. Consulto as horas no ce

, Clara parece chateada pela minha falta de consideração. Ela é estudante de medicina, vai se formar este ano e se

carro? Como você

eu carro. ─ Estou rindo por dentro, sei que ela está processando a inf

os? Você sabe o risco que você correu? – Ela está ficando brava, é

não era bem um desconh

Eu o conheço? ─ ela intercala uma p

dele, Ricardo Linhares, ele é empr

ler; aqui diz que ele é um empresário bem sucedido, está na lista dos homens mais ricos do país além de ser um solteiros bem cobiçado. – Ela deixa o iphone de lado e me olha. ─ Isso não faz dele u

forma, me desculpe. ─ Olho para as minhas meninas,

a mudou seu humor e agora está curiosa. Conto quase tudo para e

foto, deu a entender que está interessado em você, quis entrar e te conhecer melhor e você re

as gosta de boas histórias. E eu não tenho uma boa história ou qualquer outra coisa para oferecê-lo ─ digo rápido par

nte alguém faria o que você fez e faz, e em segundo lugar, você sempre foi uma das mais ga

gros lisos e pesados, e meus olhos tem cor de mel, tenho covinhas na bochecha que sempre chamaram a atenção. Apesar disso, nunca fui co

-se de família e família é tudo, certo? Quanto a pretendentes realmente sempre apareceram, m

que se você tivesse demonstrando interesse em qualquer um desses pretend

ria minha Carol? – Sofro só de pensar no sofrimento e angustia da minha pequena. ─ Entenda Clara, tenho que pensar em cada passo que dou, não

ninas, você se trancou mais ainda. – Ela chega perto porque estamos quase sussurrando, Carol não precisa ouvir essa conve

a, tudo o que qualquer pessoa faz. Que mal há

a em casa com suas crianças, realmente vive

s dias para dar o melhor para elas. Minha hora vai chegar e eu sei disso. – Aquela sensação d

do coragem para falar algo que pode me magoar. ─ Você melhor que ninguém sabe a importância de se viver bem dia ap

so demais. Me levanto com Sophia adormec

que Clarinha não d

vras fortes, eu só espero o impacto. ─ Você precisa se

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