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Scorpions

Capítulo 6 Rosália

Palavras: 1594    |    Lançado em: 04/11/2022

osto. Finalmente, depois de mais de quatro anos trancada naquele lugar,

haviam boas lembranças. Os risos e piadas dos rapazes na oficina, os cochichos das protegidas com os

ta que a inspirou a se

ela nem mesmo lembrava o nome, mas era o mais próximo de um lar q

ueria afastar dela era justamente o q

u levasse uma suspensão, a minha avó seri

mas abstraio e penso em alguma outra coisa. Depois de cinco minutos ouvindo o m

ele chegará

já estou pronta, quero

u tão nervosa com medo da secret

o está feito, só

*

a secretária da diretora atenderia um responsável sozinha. Tânia ajeitou a gola frufru da sua camisa branca imaculada, retirou os óculos, posando-os à sua frente sobre a mesa. Passou a po

abelos na altura dos ombros, penteados para trás e comportados pelo gel. Exibia um corpo musculoso evidenciado pela camiseta de algodão branca justa no peito viril. Vestia uma calça jeans surrada e rasgada nos joelhos e coxas. No seu rosto óculos de sol, barba por fazer, que ela

rou e cumprimentou com a v

-se, por favor, em

seria se ele fosse ainda mais mal comportado e fizesse coisas impensáveis. Deveria ela puni-lo como as antigas professoras faziam? Palmatória não parecia efetivo, talvez ele

le homem? Se tivesse sorte, teria muitos sonho

maneira em que a secretária parecia aérea e

gou os óculos e os levou ao rosto, para enxerg

estou com um pouco de pressa. Mais

afastado um pouco do olhar faminto dela,

e moral ilibada. Provavelmente aquele jovem era algum adorador de demônio para fazê-la pensar coisas que nunca passariam por sua cabeça, nem mesmo quando o marido era viv

oderia ficar horas admirando cada uma delas: o trevo de quatro folhas, a âncora, a

ndo para a porta, como se Rosália fo

erguntou Tâ

o a chamo, o nome da

por. - Desculpa, eu sou nova neste emprego, o senhor

vocês ligaram para mi

.se tivesse o seu número, certamente l

lar algo coerente, já que precisava se mostrar como um homem de respeito, afinal era a

, não entendi o nome, mas disse que a minha irmã apront

documento estava pronto deve estar aqui. - Ela revirou os papéis que estavam sobr

assinar e quando ele levant

Ela fechou os olhos e inspirou profunda e ruidosa

e da minha namorada. - Aquiles levantou os braços e cheirou as

tem uma namorada. argh

, tinham apenas belezas diferentes. No entanto, as vestimentas e postura rígida de Tânia, além da ma

e minha irmã que estou espera

olhar para trás, com medo de te

*

s apenas para o final de semana. Avistou Aquiles saindo do prédio a passos largos, olhando por cima do ombro como se e

igante! - Resmungou abrindo a

o-o, furiosa por não ajudá-la, em seguida sentou no banco do carona.

debochada pela falta de modos do irmão, mas estend

com as duas mãos. - Pela primeira vez na vida, me senti mais presa do que pr

dentro, hein? - Rosa

! Não sei como vocês mulheres aguentam isso da gente, porque essa foi a primeira

dos. Imagina a séria e puritana secretária constrangendo Aquiles era

não tem nem trinta ano

maginar como o ma

m do motor se misturou ao so

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Scorpions
Scorpions
“Hugo nasceu em uma família tradicional católica de classe média alta. Era um menino alegre e inteligente, muito apegado ao pai que, sempre que podia, lhe fazia companhia. Mal sabia aquele menino que a felicidade duraria pouco. Após o pai ser morto de maneira misteriosa, sua vida mudou bruscamente. A mãe se entregou ao vício em álcool e depois de alguns meses, casou com um homem que destruiria suas vidas. Hugo conheceu o inferno na mão daquele a quem se referia apenas como monstro, até ser resgatado por Roberto, que junto a Aquiles, se tornou seu melhor amigo. Foi através de Roberto que ele voltou a ter uma família por quem mataria e morreria. Não se engane, aquela não era uma família tradicional, era uma família formada por jovens que tinham conhecido o que há de pior na raça humana. Eles eram os Scorpions. Depois de um passado sombrio, haviam duas coisas o que mantinham de pé: Seus amigos e seu desejo de vingança contra o monstro que havia destruído sua alma. Até que uma pequena criatura irritante reaparece em sua vida, desviando seu foco. Ele não poderia permitir que algo tão "pequeno" o distraísse, mas ela se mostrará cada vez mais uma tentação em seu caminho. Perdido em um paradoxo de sentimentos que se acreditava incapaz de ter, Hugo percebe que na busca por vingança, há o risco de nos tornarmos o monstro contra o qual lutamos. "O que você vê quando se olha no espelho?"”