“Alexa acorda após uma bebedeira monumental sentada em um velho farol e sem nenhuma lembrança do dia anterior ou de como chegou lá, exceto que o sangue em suas mãos e roupas não é dela. Ela se permite navegar em sua mente e recapitular o que ela lembra dos últimos dias e daqueles momentos de sua vida que a levaram a ser a pessoa que está naquele farol hoje. Com muita paciência, ele terá que reconstruir as cenas apagadas de sua memória, tendo como únicas pistas: Uma faca ensanguentada, uma surra, um estupro e uma ressurreição Nem tudo que reluz é ouro e às vezes a morte é a única coisa que te liberta.”