“- Você matou meu irmão? - pergunto retoricamente. - Matei? Pergunte a ele. Oh, é verdade, os mortos não podem falar. - zomba. E foi assim, que o homem por quem me apaixonei, mostrou sua face fria e cruel e talvez sua verdadeira forma de ser. Eu me apaixonei pelo meu inimigo, e agora?”